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The Elder Scrolls: Blades

The Elder Scrolls: Blades

A experiência The Elder Scrolls, prestes a chegar aos telemóveis.

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Não podemos dizer que não ficámos um pouco cépticos com o anúncio deste The Elder Scrolls: Blades. A Bethesda prometeu uma experiência The Elder Scrolls, na linha de Skyrim e Oblivion, para dispositivos móveis, e ainda por cima, free-to-play. A Bethesda até prometeu um elemento roguelike, na forma de masmorras geradas de forma aleatória. Pareceu-nos 'fruta a mais', mas depois a Bethesda decidiu mostrar-nos o jogo durante a QuakeCon, e a nossa opinião mudou. Se, neste momento, ainda temos reservas, a verdade é que estamos impressionados com o que vimos.

Nesta demonstração que jogámos, explorámos duas masmorras relativamente lineares, denominadas simplesmente de Floresta e Castelo. Era uma demo muito limitada, sem várias das funções prometidas para a versão final, onde o objetivo era sobretudo o de mostrar a jogabilidade, os controlos, e o grafismo. Os controlos táteis são intuitivos e funcionam bem, embora não ofereçam a mesma fluidez e precisão que jogar com rato e teclado ou comandos. Se derem um toque no ecrã, a personagem anda em frente, e se arrastarem o dedo, podem virar a cabeça. O nosso maior desafio, ao experimentarmos esta demo, passou por andar e rodar a cabeça ao mesmo tempo. Uma nota para a existência de dois modos de controlo - um na horizontal, para ser controlado com duas mãos, e um na vertical, para ser controlado com uma mão.

Nesta sessão de jogo enfrentámos esqueletos com espadas e escudos, aranhas gigantes, e goblins. Ao nível de combate, podem tocar no ecrã para um ataque rápido, ou deixar o dedo para ataques mais fortes, existindo ainda um canto específico para levantarem o escudo. Também terão acesso a magias, acionadas quando um medidor de mana o permite, embora neste caso só tivéssemos dois feitiços - ataque de relâmpagos e uma armadura mágica feita de neve. The Elder Scrolls: Blade entra automaticamente em modo de combate, quando um inimigo se aproxima, bloqueando a câmara ao oponente. É uma abordagem que limita imenso a liberdade de ação e movimento, ao contrário da experiência normal de The Elder Scrolls.

Esta versão de Blades que experimentámos estava a correr num iPhone X, e apresentou um desempenho impecável. Não só estava bastante fluído, como graficamente estava também muito capaz. Se é comparável com a versão PC de Skyrim a correr ao máximo? Não, mas é ainda assim um feito impressionante. Em termos de grafismo, de atmosfera, de ambiente, Blades é de facto um The Elder Scrolls.

Há um elemento muito importante de Blades que ainda não foi esclarecido - como vão funcionar as micro-transações. Como se trata de um jogo free-to-play, é inevitável que as micro-transações acabem por ter um papel determinante na estrutura de jogo, mas esse ado de The Elder Scrolls: Blades não estava claro na demo. Enquanto percorremos masmorras, recolhemos moedas de ouro e jóias, o que supomos serem a moeda usada para conseguir itens. Esperemos que Blades não ligue as micro-transações a elementos nucleares da jogabilidade, como armas, feitiços, e armaduras, sobretudo quando existe uma componente online.

The Elder Scrolls: Blades

The Elder Scrolls Blade vai oferecer três modos de jogo aos jogadores. O modo história será a experiência mais tradicional; Abyss vai colocar os jogadores em masmorras geradas aleatoriamente; e PvP é o modo online de jogador contra jogador. Das três opções, Abyss parece-nos ter a proposta mais aliciante para um jogo de telemóvel, para sessões curtas de jogo. Ter a habilidade de atravessar uma masmorra gerada de forma aleatória, dentro do espírito de jogabilidade e experiência de The Elder Scrolls, parece-nos uma proposta muito interessante, mas ainda não tivemos a oportunidade de experimentar esse modo.

Outra opção que não estava presente na demo era o editor de personagens, mas a Bethesda assegura-nos que será semelhante aos dos outros The Elder Scrolls. Podem escolher várias raças, género sexual, e definir o seu aspeto. Até vai existir uma aldeia que podem visitar, com vendedores, missões, e uma casa que podem personalizar. Se Blades será uma experiência idêntica à de Skyrim ou Oblivion? Não, parece-nos que será mais limitada, mas o que vimos pareceu-nos mostrar uma experiência RPG de grande qualidade, devidamente ajustada à realidade dos dispositivos móveis.

O que experimentámos é apenas uma porção do que será a experiência The Elder Scrolls: Blades, e muitas das suas componentes não estavam disponíveis nesta demo, mas estamos bem mais confiantes do que estávamos aquando do anúncio na E3. Graficamente está à altura da exigência, o sistema de combate funciona bem dentro dos controlos típicos de plataformas móveis, e o ambiente é claramente The Elder Scrolls, mas precisamos de ver todos os modos de jogo e perceber como vão funcionar as micro-transações. Estas dúvidas serão dissipadas no outono, altura em que The Elder Scrolls: Blades será lançado para plataformas móveis.

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