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Spiritfarer

Spiritfarer - Primeiras Impressões

Um título relaxante e encantador... sobre a morte.

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Spiritfarer é um jogo muito interessante que já tivemos a oportunidade de experimentar, ainda que o seu lançamento só esteja previsto para 2020. Trata-se de um jogo de gestão com um espírito muito relaxante, que aborda o tópico da morte. Aqui vão assumir o papel de Stella, a mestre de uma balsa que transporta os espíritos que morreram para o além. Para conseguirem cumprir esse papel terão de fazer uma série de ações para agradarem aos espíritos, incluindo personalizar a balsa. De forma geral, é um jogo sobre entender e aceitar o mortalidade, celebrando e respeitando aqueles que passaram para o além.

O jogo tem um grafismo 2D com perpetiva lateral, e inclui algumas mecânicas de jogos de plataformas, já que Stella pode também saltar e trepar. O grosso da experiência, contudo, passará por conversar com os espíritos e tentar entender o seu estado de, enfim, espírito. Estas almas podem assumir várias formas, como Summer, uma cobra vestida com um robe que conhecemos. Os desejos incluíam a recuperação de alguns itens que tinha perdido, juntamente com uma sala de meditação cheia de plantas. Esta tarefa levou-nos, numa primeira fase, a um porto onde conseguimos melhorar a balsa, e depois disso viajámos para uma terra distante onde Summer vivia.

Ao contrário do que possam pensar, não vão controlar a balsa, nem podem usar viagens rápidas. A balsa navega sozinha até ao seu destino, e o jogador terá de encontrar outras tarefas para se manter ocupado, como pescar, cozinhar, e conversar com os seus passageiros. Uma das distrações mais curiosas que encontrámos chamava-se "dança da chuva", onde o espírito de um sapo tocou uma melodia na sua flauta, causando uma tempestade e um relâmpago que acertou na balsa. Este evento deu origem a um mini-jogo, onde tivemos de nos colocar próximo dos relâmpagos para apanharmos Glims, a 'moeda' de Spiritfarer.

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Quando eventualmente a balsa chegou a casa de Summer, passámos à procura dos itens perdidos, necessários para a transição da serpente para o além. Quando eventualmente encontrámos todos os itens necessários, Summer revelou-se satisfeita, não só com isso, mas com o tempo que passou connosco, passando finalmente em paz para o além.

Além do conceito original, Spiritfarer distingui-se pelo estilo visual, desenhado à mão. É um estilo encantador, que permite a Spiritfarer destacar-se de outros jogos. Este qualidade visual é acompanhada por uma música relaxante e agradável, e juntos, os aspetos gráficos e sonoros criam uma experiência de jogo para apreciar com calma. Como ponto de referência, jogámos Spiritfarer numa sala da E3 super-barulhenta e movimentada, e mesmo assim, com fones, sentimos-nos totalmente imersos no jogo.

Spiritfarer não é um jogo sobre desafios hardcore ou mecânicas complexas, é antes uma experiência que pede ao jogador para acalmar e apreciar o que está a ver, a ouvir, e a jogar. Confessamos que, entre todo o stress que é cobrir um evento como a E3, ter alguns minutos com uma experiência como Spiritfarer foi precioso, já que nos sentimos realmente relaxados depois da demo.

Claro que isso não será para todos os jogadores, mas o estilo visual único, o conceito original, e a jogabilidade variada, tudo aliado a um ritmo muito calmo e relaxante, deixou-nos muito curiosos para vermos mais de Spiritfarer. Isso, infelizmente, pode ainda demorar algum tempo, já que ainda existe um longo processo de produção pela frente, mas vamos manter este jogo debaixo de olho.

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