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Sifu - Impressões de Jogabilidade

Mostraram-nos este jogo de artes marciais, e não podíamos estar mais entusiasmados.

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No início do ano, durante uma transmissão do PlayStation State of Play, ficámos a saber que a Sloclap de Absolver estava a desenvolver um jogo de ação baseado em artes marciais, chamado Sifu. Trata-se de uma aventura singleplayer linear, onde a história e o combate serão os principais elementos da experiência de jogo, e foi precisamente isso que tivemos a oportunidade de ver numa demonstração recente do jogo.

Em Sifu irá acompanhar o percurso de um jovem estudante de kung-fu, colocado num caminho de vingança depois de um membro da sua família ser assassinado. Ao longo do jogo irá percorrer níveis lineares altamente protegidos, despachando inimigos menores até chegar aos respetivos bosses. É uma história típica de vingança, mas que tem um toque sobrenatural bastante peculiar. É que tudo isto tem de ser feito num só dia, e para isso o protagonista terá de usar um pendente místico que o protege da morte e permite recuar no tempo, embora a troco de anos da sua vida natural. Por outras palavras, sempre que morrer num nível a personagem irá envelhecer um pouco, mas não ficará necessariamente pior. Sim, irá perder alguma resistência e saúde com a idade, mas também irá ganhar maior controlo, força, e sabedoria.

Sifu também promove uma estrutura de repetição, já que terá de repetir os mesmos níveis para desbloquear novas informações, habilidades, e atalhos - incluindo diálogos que podem evitar confrontos. Ao morrer irá perder parte da evolução da personagem, mas algumas características ganhas serão permanentes, o que aproxima Sifu do género roguelite. Não existem, contudo, elementos aleatórios - tudo foi cuidadosamente desenhado pela Sloclap.

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O grande atrativo de Sifu será o sistema de combate, totalmente focado em confrontos corpo-a-corpo com um extenso rol de golpes e combinações. Pode executar socos, pontapés, bloqueios, e desvios, como em tantos outros jogos de luta, e durante o jogo irá desbloquear várias combinações devastadoras. O que distingue Sifu são as animações e a forma como cada golpe transita para outro de forma muito natural. É uma coreografia que parece saída dos melhores filmes de artes marciais. Os arredores do jogador e dos inimigos, mais o posicionamento da personagem, serão também essenciais para o combate. Pode usar vários acessórios e itens do cenário contra os oponentes, mais uma vez lembrando os filmes antigos de Kung-Fu.

Sifu também inclui um sistema de anti-guarda, representado por uma barra de energia para o jogador e para os inimigos. Defender golpes irá encher gradualmente essa barra, que quando estiver cheia irá quebrar a guarda, impossibilitando a defesa dos próximos golpes. É um sistema que impede que o jogador e os inimigos estejam sempre a defender, mas também pode evitar ataques e ripostar no momento de um ataque inimigo, atordoando-os. Um pormenor engraçado é que o último oponente, depois de ver todos os seus companheiros habitados, irá entrar num estado de raiva, tornando-se mais poderoso.

Gostámos muito do que vimos de Sifu, desde o estilo visual ao formato narrativo, passando pelo impressionante sistema de combate. O problema é que ainda não tivemos oportunidade de o experimentar, e isso será essencial para perceber até onde pode realmente ir Sifu. Aguardamos por isso ansiosamente por nova oportunidade para passar tempo com Sifu, antes do seu lançamento em fevereiro de 2022 para PC, PS4, e PS5.

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