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Persona 5 Strikers

Persona 5 Strikers

Os Phantom Thieves têm novo caso para resolver, e nós já vimos o início da aventura.

Pensava que a Atlus já tinha acabado de explorar Persona 5? Pois enganou-se, porque a 21 de fevereiro vai chegar Persona 5 Strikers para PC, PS4, e Nintendo Switch. Com vozes em inglês ou japonês, Persona 5 Strikers será indicado para quem aprecia jogos de ação - independentemente de terem jogado o RPG. Claro que quem jogou Persona 5 ou Persona 5 Royal terá uma ligação muito mais forte ao jogo e às personagens, mas a história é contida e não está dependente de nenhum outro jogo.

Persona 5 Strikers é uma sequela direta para Persona 5, não tendo realmente em conta os eventos de Royal. Nesta aventura irá acompanhar os Phantom Thieves numa viagem de verão através de seis cidades japonesas, poucos meses depois dos eventos do RPG. As férias, contudo, não duram muito tempo, já que o grupo conhece os Monarchs, um estranho culto que está a recolher os desejos das pessoas. Ao bom estilo de Persona, parece que a história terá alguns mistérios à espera do jogador.

Strikers está a ser desenvolvido pela Omega Force, que é o estúdio de Dynasty Warriors e Hyrule Warriors, por exemplo, ou seja, os jogos do estilo "Musou". Existem, contudo, diferenças entre este Persona 5 Strikers e outros jogos da produtora. Ao contrário das centenas de inimigos que os Musou costumam atirar para cima do jogador, aqui só estará a lutar contra algumas dezenas de cada vez - no máximo. Além disso, Persona 5 Strikers inclui também exploração e até sequências furtivas. Se tiver sucesso, pode apanhar os inimigos desprevenidos, mas se for detetado, irá aumentar o nível de segurança da masmorra em questão, que pode chegar ao ponto de obrigá-lo a desistir do nível.

Persona 5 Strikers é por isso um jogo que não está realmente no campo dos RPG ou dos Musou. Um dos níveis que vimos passava-se no distrito de Shibuya em Tóquio, com o jogador a controlar uma personagem chamada Alice. Este ambiente urbano está dividido em várias zonas que o jogador pode seguir e explorar, com pontos de controlo que pode usar para trocar rapidamente de área.

As mecânicas de emboscada de Persona 5 foram substituídas por "Strikers", as mecânicas que dão título ao jogo. Com este sistema furtivo pode tentar tirar as máscaras aos guardas, ou abordá-los diretamente, dando início ao combate. Quando as batalhas começam as sombras desintegram-se nos seus componentes individuais, que terá de combater. A diferença, se surpreender o inimigo, é que terá mais tempo para conseguir alguns ataques enquanto o oponente está atordoado.

Persona 5 Strikers

Em Persona 5 Strikers pode executar algumas combinações de golpes, mas isso não é o estilo de Persona, e aqui também não é usado como noutros Musou. Em vez disso terá de utilizar ataques elementais para contradiar os pontos fracos do oponente, tal como acontece nos Persona. Também existem várias habilidades especiais, como Showtime, All-Out Attacks, e Batton Pass, que podem causar muito dano, e ainda pode utilizar objetos no cenário para atingir vários inimigos em simultâneo.

É um sistema de combate surpreendentemente profundo, sobretudo considerando que é um jogo da Omega Force. Os bosses parecem ser um verdadeiro desafio, obrigando a uma abordagem cuidada e pensada - mais uma vez reforçamos que Persona 5 Strikers não é um jogo de 'martelar botões' como outros Musou. Durante o jogo pode alternar entre quatro utilizadores de Personas, embora o foco desta antevisão tenha sido o protagonista Joker. Através da sua Persona Arsene, Joker pode utilizar o elemento de maldições, mas também tem a particularidade de conseguir dominar Personas inimigas para tentar abordagens diferentes. Ao todo serão sete as personagens disponíveis, duas delas completamente originais, como Sophia, uma inteligência artificial.

Fora do combate poderá explorar o mundo real, que será bastante familiar a quem jogou Persona 5, com muitas localizações, personagens, e referências ao RPG. Infelizmente isto também significa que o jogo sofre dos mesmos problemas, ou seja, é um mundo muito partido em zonas, o que leva a loadings frequentes. Aliás, nota-se que não é um jogo muito impressionante a nível técnico, com algumas animações pouco fluídas e pouco detalhe gráfico. Felizmente estamos a falar de um dos jogos com mais estilo dos últimos anos e isso ajuda a compensar alguma falta de capacidade técnica.

O que vimos até agora de Persona 5 Strikers deixou-nos com a esperança de que será um jogo de ação muito interessante, num híbrido entre os Musou da Omega Force e as características de Persona. Infelizmente não tivemos a oportunidade de testarmos nós próprios a jogabilidade, mas o jogo parece ter um bom equilíbrio entre diálogos, combate, e exploração (os jogos Persona tendem a exagerar nos diálogos, sobretudo nas primeiras horas de jogo). Enquanto fãs de Persona 5 estamos com curiosidade para ver que mais tem Strikers para oferecer.

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