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Pavilion

Pavilion - Primeiras Impressões

Uma aventura de puzzles centrada numa pintura surrealista? Contem connosco!

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Pavillion é o tipo de jogo que consegue captar a atenção com grande facilidade. Parece diferente de tudo o resto e esteticamente é muito apelativo. É também um bom exemplo da forma como a Sony está a tratar os jogos Indie.

Rickard Westman e Henrik Flink formam o duo de artistas e programadores que fundaram a Visiontrick Media. Ambos frequentaram o mesmo curso de produção de videojogos há uns bons anos e embora tenham seguido caminhos diferentes durante algum tempo, eventualmente juntaram-se para iniciarem a produtora. Pavilion é o culminar disso tudo - uma aventura de puzzles que de alguma forma conseguiu estar presente no palco principal da Sony no Tokyo Game Show. O duo tinha mantido algumas conversas com a Sony, claramente motivados pela nova abertura da empresa em trabalhar com produtoras independentes. É o tipo de destaque que qualquer produtor deste género pode desejar e naturalmente aceitaram a oportunidade.

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A Visiontrick refere-se a Pavilion como "uma aventura de puzzles na quarta pessoa sobre orientação e controlo subliminar". O jogo parece ser bastante súbtil com a história, ou pelo menos é com essa impressão que ficámos. A premissa centra-se no facto de, nem o jogador, nem o protagonista que vão guiar através deste mundo de sonhos, sabem onde estão realmente. Existem algumas pistas para descobrirem ao longo da viagem e é uma abordagem que nos lembra bastante do clássico Myst. A atmosfera e a solidão da experiência também contribuem para isso.

O jogo não permite um controlo direto da personagem, em vez disso vão manipular o ambiente em redor. Tudo decorre com uma perspetiva isométrica num mundo que é extremamente rico em detalhe e algo surrealista. Por vezes parece quase uma pintura interativa e não um jogo.

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Os puzzles que encontrámos envolviam lâmpadas. Basicamente a personagem tenta evitar a escuridão, procurando alternativas a caminhos que não sejam iluminados por uma lâmpada. Também existem sinos que atraem o protagonista e blocos que podem ser movidos para abrir ou bloquear passagens. Esta pequena demonstração introdutória durou cerca de oito minutos e era bastante básica, com um máximo de três elementos envolvidos num puzzle. A complexidade dos desafios vão certamente aumentar conforme avançam na aventura, com a introdução de novos objetos com os quais podem interagir. O jogo parece estar muito focado no desafio mental, por isso apenas será complicado descobrir o que é suposto fazer. A interação consequente com os objetos é suposto ser fácil.

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A demo que experimentámos estava a correr num PC, ligado a um DualShock 3, mas considerando que a Visiontrick media está a usar a tecnologia Unity, não sera difícil adaptar o jogo à PS Vita e à PlayStation 4, as duas plataformas que vão receber Pavilion. É um jogo claramente muito preocupado com o estilo visual e pode ser uma experiência muito interessante quando chegar na primavera de 2014.

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