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Gears Tactics

Gears Tactics

Uma abordagem diferente, mas interessante.

Gears Tactics

Dezenas de balas voam na nossa direção quando um míssil passa por cima da nossa cabeça, ao mesmo tempo que uma voz grossa grita "BOOM". É o caos total no campo de batalha, e para piorar a situação, aproximam-se malditos Wretchers que nos vão obrigar a sair de cobertura. Parece uma descrição de uma sequência típica de Gears of War? É porque é, mas num contexto e perspetiva completamente diferentes.

Em qualquer outro jogo da saga, esta situação implicaria decisões instantâneas e ações rápidas, mas em Gears Tactics, o que se pede é calma. Pouse o comando, vá buscar um café ou um chá, e estude a situação antes de agir, porque Gears Tactics tem um ritmo completamente diferente. Trata-se de um jogo de estratégia por turnos, que embora apresente semelhanças com Xcom, é bem mais do que um clone.

Uma das maiores diferenças de Gears Tactics para outros jogos do género, é o facto de dispensar o sistema em grelha. Não precisa de movimentar as suas unidades através de quadrados marcados no chão, pelo contrário, pode movimentá-las com total liberdade pelo mapa. Outra diferença? Terá acesso a três pontos de ação por personagem, e pode utilizá-los como quiser, sem ser necessário seguir qualquer tipo de ordem.

Quer gastar os três pontos de ação a movimentar a personagem? Pode fazê-lo. Prefere usá-los para disparar e atirar granadas? Faça favor. Acha que não beneficiaria de executar ações nesse turno? Poupe os pontos de ação para que a sua personagem ataque inimigos automaticamente durante os turnos opostos. A escolha é sua.

Antes de avançarmos com a jogabilidade, permita-nos apresentar-lhe um pouco de contexto. Em Gears Tactics vai seguir a história de Gabe Diaz através da Grande Guerra Locust, 12 anos antes do primeiro Gears of War. A guerra está por todo o lado e tem grande intensidade, o que significa que se trata de algo a uma escala muito maior do que costuma ser habitual nos jogos da saga. Isso também significa que um punhado de tipos e tipas não será suficiente, é preciso garantir o maior número de soldados possível.

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Esses soldados podem ser personalizados com grande detalhe, tanto a nível visual, como prático. Pode moldar as suas características, definir habilidades, aplicar modificações às armas, selecionar vários tipos de armaduras, e no fim, selecionar o melhor esquadrão para a missão em mãos. Como é habitual neste tipo de jogos, os soldados estão divididos em classes, e cada uma representa um papel que deve ser cumprido no campo de batalha.

Outra característica típica do género que está presente é o "nevoeiro de guerra", que por outras palavras significa que só consegue ter visibilidade do mapa onde estão as suas personagens. Não consegue ver as movimentações do inimigo a não ser que estejam próximos, mas o mesmo também é verdade para os oponentes. Estes mapas foram ainda desenhados para incentivarem a exploração, já que escondem vários segredos e tesouros. É, contudo, arriscado, já que pode dar de caras com uma emboscada. Cada missão tem também vários objetivos secundários, e alguns são mais difíceis que os objetivos principais.

A demonstração a que tivemos acesso terminou com uma batalha contra um Corpser (parece uma aranha gigante com uma carapaça), criaturas que já enfrentámos em diversas ocasiões nos outros Gears. Foi uma batalha difícil, sobretudo porque o Corpser não estava sozinho, e isto obrigou-nos a puxar pela nossa melhor capacidade tática. No fim, saímos vitoriosos, mas conscientes de que ainda há muito para fazer no jogo em si.

As comparações com Xcom serão justas e inevitáveis, mas também é preciso reconhecer que Gears Tactics tem as suas próprias particularidades, e que é muito mais do que um 'clone' feito às três pancadas. É um jogo bastante promissor, a que estamos ansiosos para regressar a 28 de abril, quando aparecer no PC (versão Xbox One só chega mais tarde). E o melhor? Tem entrada direta para o Game Pass.

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