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Conquiste festivais ao som da sua mistura de músicas.

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Os festivais de música foram mais uma das muitas vítimas da pandemia COVID-19, e se ainda não existe previsão para quando essa situação se irá alterar, pelo menos há sempre Fuser para nos entreter a partir de novembro. Fuser é o novo jogo da Harmonix, estúdio que criou o Guitar Hero original e Rock Band. Música está novamente no centro das atenções, embora num formato diferente do que o estúdio fez no passado.

Recentemente passámos algum tempo com uma versão antecipada de Fuser, e em específico, com uma porção da campanha de história. O objetivo passa por tocar em grandes festivais, enquanto lida com uma narrativa que parece ter alguma profundidade. O jogo inclui vozes para os diálogos, objetivos, e mentores diferentes para cada fase da campanha. Durante o nosso tempo com o jogo conhecemos três desses mentores, e cada um apresentou-nos a um estilo musical e técnicas de mistura diferentes.

A base de Fuser envolve escolher 16 músicas que pode usar durante o festival, cada uma dividida entre as componentes baixo, percussão, instrumento principal, e voz. Estes elementos estão identificados com cores diferentes, e cada um está a atribuído a um botão diferente do comando. O objetivo passa por criar misturas com quatro elementos dessas músicas. É uma mecânica surpreendentemente fácil de entender, que depois ganha profundidade com opções para mudar o ritmo da mistura e acrescentar efeitos.

Isto leva-nos à principal diferença entre Fuser e os outros jogos da Harmonix, que é o facto de permitir grande liberdade criativa ao jogador. Aqui não vai ter de seguir músicas pré-definidas com ritmos estabelecidos, mas antes criar misturas que podem ser diferente das de outros jogadores. Considerando que pode combinar elementos de quatro músicas diferentes, em vários tempos diferentes, e em cima disso acrescentar outras particularidades, torna-se fácil perceber as muitas possibilidades ao dispor dos jogadores.

Mas se existe tanto espaço para criatividade, como é o jogo consegue classificar os jogadores? Certamente não consegue distinguir uma boa música de outra, mas existem outras formas. É que durante cada festival e apresentação, serão apresentando com objetivos para cumprir e pedidos específicos do público. Também será classificado em termos do timing na mudança de músicas e do tipo de efeitos que acrescenta. Inicialmente é um pouco complicado, conforme tenta cumprir os objetivos ao mesmo tempo que toma atenção ao timing das misturas e ao ritmo do som.

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Numa primeira fase os pedidos do público são simples, como a exigência por determinada música ou batida, mas conforme avançamos pela campanha, esses objetivos subiram de complexidade, pedindo ao jogador que aplicasse filtros às vocais de certa músicas durante períodos específicos. A forma como cumpre esses objetivos irá determinar o entusiasmo do público, que se descer em demasia, irá forcá-lo a sair de palco.

A campanha não será o único modo disponível em Fuser, já que também existe o multijogador o modo livre. O modo livre oferece aos jogadores total liberdade na criação das suas misturas, sem pressões dos objetivos ou do público. Depois pode partilhar as suas criações com outros jogadores e através das redes sociais. Quanto ao multijogador, irá colocar quatro jogadores em confronto, embora à vez e apenas via online. A ideia é que os quatro partilhem a mesma mistura, entrando em cena um de cada vez, pegando na mistura que está em andamento. Quem vê, pode oferecer comentários e partilhar emojis. Parece divertido, mas é uma pena que só funcione online.

Fuser tem boas mecânicas e design, mas isso serviria de pouco se o leque de músicas não estive à altura. Do que vimos, contudo, isso não será problema. Existe um bom rol de escolhas, de vários géneros musicais, incluindo nomes como Lady Gaga, Billie Eilish, Rage Against the Machine, Amy Winehouse, Deadmau5, e 50 Cent, entre muitos outros. Cada música dividida em quatro componentes, como referimos em cima.

O jogo oferece grande liberdade, não apenas na mistura de músicas, mas também na personalização da sua personagem e do palco. Podem escolher o que é apresentado nos monitores, o tipo de efeitos visuais como pirotecnia, e até o que o público vai segurar quando estiverem a celebrar. Só não existe escolha para a condição climatérica, o que podia ajudar a oferecer variedade.

Ficámos surpreendidos com o potencial de Fuser, que parece ir muito além da habitual disposição rítmica. Foi bastante divertido combinar elementos de várias músicas e cumprir os objetivos dos festivais, e em parte isso deve-se à facilidade com que tudo é feito. Novembro é um mês cheio de lançamentos importantes, mas é certo que vamos ter de arranjar tempo para nos divertirmos com Fuser.

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