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Destiny

Destiny: House of Wolves

A nova expansão de Destiny acrescenta muitas opções para todos os jogadores de Destiny.

Não é todos os dias que somos convidados para uma viagem aos EUA, simplesmente para ver um DLC, mas Destiny requer este tipo de atenção. Sobretudo porque não estamos a falar da introdução de dois mapas multijogador e uma arma, como acontece com outros FPS online, mas de uma verdadeira expansão. House of Wolves será a segunda grande expansão de Destiny e irá acrescentar um novo centro social na forma de The Reef, dois modos de jogo chamados Prison of the Elders e Trials of Osiris, e várias missões de história. E sim, em cima de isso tudo também serão introduzidos mapas multijogador e armas novas.

Quando a expansão foi inicialmente anunciada, a Bungie revelou que House of Wolves não teria um novo Raid, o que deixou a comunidade algo apreensiva. Se a primeira expansão, The Dark Below, introduziu um novo Raid, House of Wolves pretende antes servir como uma ponte entre esse Raid e o que eventualmente será lançado no futuro. De certa forma, Trials of Osiris é o modo de jogo escolhido para substituir o Raid, embora seja dedicado ao PvP. É uma competição em que poderão participar a cada fim de semana, mas para isso vão precisar do Trials Passage, que pode ser obtido através de missões ou comprado no Vestian Outpost ao Brother Vance.

Considerando a qualidade do equipamento que os jogadores vão obter nestes Trials of Osiris, é fácil perceber que pode interessar a muitos participantes. Cada vez que participam, serão contabilizados no número de partidas disputas, até um máximo de doze - termina às três derrotas ou às nove vitórias. As recompensas que vão recolher dependem do número de vitórias obtido. Cinco vitórias garante a armadura da semana, sete vitórias garante a arma da semana, oito vitórias garante prémios lendários, mas não sabemos a que dá direito a nona vitória.

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O conceito de Trials of Osiris é eliminação clássica, enquanto duas equipas de três jogadores se confrontam. Neste modo, a morte é permanente até ao final da ronda (a menos que um dos companheiros consiga ressuscitar o seu parceiro caído), daí ser necessária grande cooperação entre os três elementos. Por isso mesmo, por ser necessária comunicação e ligação entre a equipa, não vai existir qualquer sistema de emparelhamento para Trials of Osiris. Terão de se registar como uma equipa de três e continuar assim até ao final da competição. Curiosamente, quando o jogo procurar adversários para a vossa equipa, não irá levar em conta a sua classificação ou resultados anteriores, mas antes a qualidade da ligação à internet.

Também existem itens especiais que podem adquirir no Brother Vance, desenhados para acrescentar uma vitória ao cartão ou apagar uma derrota. Se quiserem voltar a jogar na competição, terão de adquirir um novo Trials Passage, sendo que o preço de entrada é de 100 Glimmer. Todos os jogos de um fim de semana são disputados no mesmo mapa, o que significa que as equipas com o melhor conhecimento dos mapas em questão estarão em vantagem.

Uma boa notícia é que todos os mapas para o Crucible que foram inseridos na expansão anterior, The Dark Below, serão acrescentados às Playlists de todos os jogadores depois do lançamento de House of Wolves. As recompensas por jogarem no Crucible também serão duplicadas, de forma a criar mais incentivos para que os jogadores passem mais tempo neste modo. Também vai passar a existir uma Playlist dirária, que irá recompensar o jogador com Trials Passage e materiais para melhorarem o equipamento. Em suma, a partir de House of Wolves vai finalmente começar a valer a pena investir no modo PvP, para além de Iron Banner.

Além de desbloquear os mapas antigos para todos os jogadores, House of Wolves também vai acrescentar alguns mapas novos. Ao todo serão três mapas para os jogadores de Xbox, e quatro nas consolas PlayStation. Os três mapas gerais são Thieve's Den, Black Shield e Widows Court, sendo que o último mapa, Time Keeper, será exclusivo Sony até o outono de 2015 (altura em que todos os outros mapas exclusivos serão libertados para os jogadores de Xbox). A nossa impressão destes mapas foi positiva, embora seja aparente a vontade da Bungie em manter os combates PvP numa perspetiva mais pessoal e próxima, com mapas ligeiramente mais curtos.

Outra grande novidade da expansão é Prison of Elders, conteúdo que os jogadores poderão abordar em grupos de três. Neste modo terão de enfrentar várias ondas de inimigos, e participar em batalhas massivas com Bosses. Antes de conseguirmos experimentar este conteúdo, enviaram-nos para um novo Strike, chamado The Shadow Thief. E assim fizemos, formando um grupo de três e partindo para uma caverna à procura de fama e glória (loot).

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Os pontos altos foram definitivamente as batalhas com os Bosses, a maioria inspirados na mitologia egípcia. O combate com o Wolf Walker foi particularmente penosa para o nosso pequeno grupo, mas depois de algumas tentativas conseguimos derrotar este inimigo e continuar a aventura. No fim das contas, não ficámos muito surpreendidos com este Strike, porque não acrescenta nada assim tão interessante ao jogo, mas se gostam de participar nestes Strikes, vão apreciar uma nova adição à rotação.

O nosso esforço de equipa neste Strike não foi nada comparado com o que o que nos foi exigido em Prison of Elders. Desafiámos ondas atrás de ondas de inimigos progressivamente mais duros, mas as recompensas justificam o esforço. Acábamos a maioria das rondas com a saúde pelos arames, e em algumas ocasiões, um único jogador sobreviveu a muito custo. Mas basta que um jogador saia vitorioso para que toda a equipa recupere e possa avançar para a vaga seguinte.

Não é uma abordagem muito original, mas as arena têm um design interessante. Para triunfarem vão precisar de uma boa comunicação entre o grupo, uma percepção clara do campo de batalha e muita munição. Acima de tudo, pareceu-nos uma adição divertida para Destiny, e isso é o mais importante. É conteúdo alternativo para jogadores de alto nível, que não não cai na categoria de PvP, Raid ou Strike.

Ainda tivemos a oportunidade de visitar o The Reef, o novo centro social que pretende substituir a Tower. Embora venha incluído com a expansão, não precisam de comprar House of Wolves para acederem ao The Reef - está aberto a todos os jogadores. Praticamente todas as funções que podem cumprir na Tower podem ser feitas aqui, incluindo a recolha de missões e Bounties, por exemplo.

As horas que passámos com House of Wolves foram agradáveis e mostram grande potencial. É bom ver que a Bungie está a acrescentar conteúdo que pode entusiasmar os jogadores de alto nível, e com bastantes alternativas. Acima de tudo, a nova expansão parece acrescentar quantidade e variedade a Destiny, dois elementos de que o jogo precisa claramente. A confirmar-se o que vimos durante esta viagem, House of Wolves será uma adição obrigatório para todos os que ainda jogam Destiny.

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