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Darksiders: Genesis

Darksiders: Genesis - Primeiras Impressões

O quarto Darksiders traz consigo muitas mudanças, e nós já o experimentámos.

  • Ben LyonsBen Lyons
Darksiders: Genesis

Já sabíamos que Darksiders: Genesis ia ser mostrado na E3, mas não esperávamos encontrar um jogo com perspetiva isométrica. É um "spin-off", segundo o próprio estúdio, que apresenta um misto da fórmula de Darksiders com mecânicas mais próximas de shooters isométricos. Tínhamos por isso curiosidade para experimentar esta nova abordagem a Darksiders, algo que felizmente tivemos a oportunidade de fazer no evento.

Para começar, convém referir que Darksiders: Genesis está a ser produzido pela Airship Syndicate, e não pela Gunfire Games de Darksiders III. Depois de War, Death, e Fury, Strife surge como o protagonista de Genesis, mas não estará sozinho. O Charred Council, que comanda os Cavaleiros do Apocalipse, ordenou que Strife recrutasse um aliado para o auxiliar contra uma ameaça que ainda desconhecemos, e o seu 'irmão' War foi o parceiro escolhido.

Embora a perspetiva seja isométrica, o que significa que tecnicamente é um jogo diferente dos antecessores, o estilo de arte mantém-se idêntico ao que conhecemos da saga, ou seja, o estilo criado por Joe Madureira, o artista luso-descendente que criou a série. Como a perspetiva é mais afastada, contudo, Genesis parece normalmente mais genérico que os antecessores em termos artísticos.

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A curta demo que tivemos a oportunidade de experimentar colocou-nos no início do terceiro capítulo da aventura, arrancando com um diálogo entre War e Strife. Apenas uma das personagens está presente de cada vez, mas podem alternar entre ambos com um simples botão.

Strife tem ataques de curto alcance, mas as suas pistolas e habilidades tornam-no num especialista de longo alcance. No momento de disparar as armas, Darksiders: Genesis funciona como outros shooters isométricos, ou seja, apontam a direção com o analógico direito e depois disparam. Strife tem ainda a capacidade de carregar as suas armas com energia, permitindo libertar um disparo mais poderoso.

War funciona de forma semelhante ao que conhecemos no primeiro Darksiders. Os seus ataques de curto alcance, com a enorme espada que carrega, são devastadores, mas as suas capacidades de longo alcance são limitadas. Ou seja, para situações que peçam uma intervenção mais cara-a-cara, War é a personagem que devem escolher, enquanto que Strife será a escolha para quando conseguirem manter uma boa distância para o adversário.

Darksiders: Genesis não será apenas um jogo de combate, já que também vão encontrar secções de plataformas, segredos no mapa, e puzzles ligeiros. Neste lado da jogabilidade vão também encontrar motivos para alternar entre as personagens. Enquanto Strife é mais ágil, e consegue planar com as suas asas, War pode abrir portas e partir objetos pesados, que Strife não consegue.

Com duas personagens jogáveis, Darksiders: Genesis aparenta ter uma boa dose de variedade, ainda que o facto de existirem dois estilos de jogo a funcionarem ao mesmo tempo possa ser um pouco mais difícil de dominar. Apesar da mudança de perspetiva, a essência de Darksiders está presente em Genesis, combinando as principais características da saga: combate, exploração, puzzles, e plataformas. O que jogámos não nos impressionou por aí além, mas pareceu competente e sólido, o que já é suficiente para despertar o nosso interesse. Darksiders Genesis será lançado mais para o fim do ano em PC, PS4, Xbox One, e Nintendo Switch.

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