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Red Dead Redemption 2

Red Dead Redemption 2

A expetativa era elevada, mas ficámos ainda mais impressionados do que esperávamos.


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Existe grande expetativa em torno de Red Dead Redemption 2. É o próximo jogo da Rockstar, o estúdio que nos trouxe Grand Theft Auto V, e é a sequela de um dos melhores jogos da geração passada. É também um jogo muito peculiar, já que não existem muitos jogos em mundo aberto baseados no Velho Oeste. Tínhamos por isso muita expetativa quando entrámos nos escritórios da Rockstar para experimentar Red Dead Redemption 2, mas também algumas dúvidas sobre o que irámos encontrar. Bem, é com agrado que podemos afirmar que Red Dead Redemption 2 foi uma das demos mais impressionantes que já experimentámos.

O jogo passa-se em 1899, e o Velho Oeste está a mudar. A força industrial está a mudar a terra e o estilo de vida, e a fronteira, que outrora era dura e impiedosa, é neste momento uma civilização em expansão, com prédios, leis, e veículos. Nada disto são boas notícias para o gangue Van der Linde, que rejeita abandonar o seu estilo de vida de fora-da-lei.

A demonstração arranca com uma versão mais jovem de John Marston, o protagonista do jogo anterior (não é spoiler, pediram-nos para partilhar isto). Marston está claramente em apuros, com trapos a cobrirem feridas no seu rosto, e pouco depois surge a sua mulher Abigal, o seu filho Jack, o próprio Dutch, e o novo protagonista, Arthur Morgan. Foram perseguidos pelas autoridades através de montanhas nevadas, depois de um assalto a um banco que correu mal. O grupo ainda precisa de dinheiro, e Dutch considera que roubar um comboio é agora a única solução possível.

Arthur, Dutch, e o resto do gangue, montam os seus cavalos e seguem para a floresta nevada, enquanto o controlo é dado ao jogador sem interrupção. É um momento típico da Rockstar, uma viagem do ponto A ao ponto B, aproveitado para que o jogador receba contexto sobre a história através de diálogo entre as personagens. O detalhe do cenário é impressionante, sobretudo ao nível da interação, com pegadas, gelo que se perde, e outros pormenores semelhantes. Um pouco depois, à medida que o gangue começa a descer a montanha, começa a tornar-se mais evidente a escala do mundo, apresentada através de uma vista impressionante, possivelmente a mais impressionante que já vimos num jogo. É um mundo massivo, mas também com grande detalhe mesmo à distância, e com uma iluminação espantosa.

Red Dead Redemption 2Red Dead Redemption 2
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Este não será apenas o maior mundo alguma vez criado pela Rockstar, será também o mais detalhado. O estúdio fez questão de gastar inúmeras horas a trabalhar vários pormenores de forma individual, e o resultado é realmente algo com um nível de cuidado e atenção como nunca vimos noutro jogo.

O nível de interação entre as personagens e o mundo está também a um nível superior do que é habitual, e tudo isto funciona para criar uma grande sensação de imersão. O jogo quer agarrar o jogador, e a sua principal arma é essa interação. A certo ponto podem comer na companhia do rapaz, e cada vez que carregam no botão, a personagem come mais um pouco. Podem abrir armários e agarrar itens para meter no saco, podem pegar em cartas e papéis, e podem rodá-los e lê-los. Este nível de detalhe num mundo deste tamanho é impressionante.

Uma parte importante de Red Dead Redemption 2 será, naturalmente, a ação com armas. A sensação das armas e dos disparos pareceu pesado e realista, mais do que em qualquer outro jogo da Rockstar, e também mais preciso. A introdução de recarregamento ativo, e de animações realistas de tirar e meter a pistola no coldre, são outros elementos que, como tudo o resto no jogo, ajudam a construir uma grande noção de imersão. Em termos práticos, apontam com o gatilho esquerdo, disparam com o direito, e ainda têm mecânicas de cobertura atrás de objetos e acesso ao Dead Eye, que abranda a ação e permite vários disparos em simultâneo. Na superfície, parece o primeiro Red Dead em termos de mecânicas, mas estão muito mais refinadas nesta sequela.

Depois tivemos acesso a outra secção da demo, em que as montanhas nevadas deram lugar a uma planície verdejante. Mais uma vez, o alcance de visão é de tirar o fôlego, e parece-nos que teremos centenas, se não milhares, de quilómetros para explorar. Como verdadeiros cowboys, subimos para o cavalo e partimos para o horizonte, e de imediato percebemos que o controlo do cavalo melhorou imenso desde o primeiro jogo. É preciso criar uma ligação com a montada, e a forma como o vão tratar vai também determinar o seu comportamento e a sua eficácia. Ao contrário dos veículos de GTA, os cavalos de Red Dead Redemption são seres vivos, com necessidades, e serão uma espécie de extensão do próprio jogador.

Existem mais mecânicas e opções a funcionarem no controlo do cavalo, com diferentes graus de velocidade e de movimento. Itens que não possam carregar, como bebidas, armas adicionais, e recursos, podem armazenar na bolsa que o cavalo carrega. Mais que um veículo, e um armazém portátil, o cavalo é suposto ser um companheiro do jogador, e a Rockstar tudo fez para transmitir essa sensação.

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