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Antevisões

Xenoblade Chronicles X

A Wii U ainda tem uma grande bomba preparada para o final de 2015.
GR Staff Editorial Team 18 Novembro 2015

A Nintendo e a Monolith Soft. começaram a mostrar os primeiros minutos de Xenoblade Chronicles X na E3 de 2013, através de uma transmissão especial para todo o mundo. Nesse vídeo ficámos a conhecer a premissa do jogo: a Terra foi destruída durante uma batalha entre duas raças alienígenas, obrigando a humanidade a dividir-se pela galáxia. Uma das várias naves que abandonaram o planeta incluía uma pequena réplica da cidade de Los Angeles, mas um novo ataque obrigou a secção que carregava a réplica a separar-se e a aterrar de emergência na superfície de um planeta chamado Mira.

Dois anos e meio depois, Xenoblade Chronicles X está finalmente perto do lançamento (4 de dezembro), e o Gamereactor já teve a oportunidade de passar algumas horas com o que promete ser uma aventura épica. Além de confirmarmos que o jogo parece ser de facto massivo, também podemos assegurar que algumas das características chave do jogo anterior vão regressar nesta sequela, nomeadamente o sistema de combate e a excelência de design, mas em versões melhoradas. Quanto ao enredo em si, é muito difícil tecer qualquer comentário porque o jogo demora a arrancar nesse sentido, pelo que terá de ficar para a análise.

Em Xenoblade Chronicles X vão assumir o papel de um sobrevivente - criado por vocês -, que estava em sono induzido durante a viagem. A personagem não tem qualquer tipo de memória do que se passou ou da sua vida até aquele momento, o que é uma desculpa perfeita para passarem as primeiras horas a ouvirem falar sobre a divisão social de New Los Angeles e a aprender as várias mecânicas de jogo. Para ficarmos a conhecer melhor o planeta de Mira, aceitámos cumprir algumas tarefas menores. Essas missões envolvem um bom pedaço de exploração, a instalação de sondas, e combates com alguns dos inimigos dessa área de Primordia - o primeiro de cinco continentes de Mira que vão visitar.

O mapa de cada continente é enorme, e se quiserem descansar um pouco o dedo, até podem pedir à personagem que caminhe sozinha para o destino. O que mais nos impressionou nesta visita a Mira, é o facto de que tudo está ligado sem ecrãs de carregamento. Quando decidimos atirarmos-nos ao mar para testar os seus limites, pensámos que eventualmente iríamos encontrar algum tipo de barreira invisível, mas não foi o caso. É mesmo possível nadar de um continente para o outro, o que não sendo uma opção muito divertida, é bastante impressionante ao nível técnico. Também podem tentar fazer esse percurso pela superfície, mas vão encontrar inimigos de grande nível que funcionam um pouco como barreiras, até evoluírem o suficiente para derrubá-los.

Cada inimigo do jogo tem duas ou três partes específicas do corpo que podem atacar durante o combate. Se concentrarem o fogo numa parte específica, além de anularem o ataque ou habilidade correspondente, vão recolher materiais diferentes no final da batalha. Por exemplo, existem alguns robôs com grandes armaduras e defesa, difíceis de derrubar, mas se destruírem os seus braços, vão ficar inúteis. Podem atacar com armas de curto ou longo alcance, e dar ordens aos outros membros do grupo. É possível pedir um ataque concentrado numa área, manter a distância, ou tentar uma abordagem mais defensiva.

Quase tudo o que fazem no jogo traduz-se em pontos de experiência para as personagens, seja durante missões ou exploração livre do mapa. Em New Los Angeles podem juntar-se a oito fações diferentes, cada uma com estilos de missões dispares. Por exemplo, os Interceptors pareceram-nos a melhor escolha para as horas iniciais, enquanto tentam aprender os cantos à casa, mas um aventureiro que passe várias horas com o jogo, eventualmente terá a tentação de se juntar aos Harriers, uma fação dedicada à caça de Magnos (os maiores monstros do jogo). As fações também são importantes para acelerarem o progresso da personagem e garantir acesso a missões de alto nível.

Existe ainda muito que não tivemos oportunidade de aprofundar, como o sistema de classes, a importância do clima durante os combates, a estrutura das missões, a personalização de características, a pesquisa de armas, e a exploração com as SKELLS (enormes robôs massivos que se transformam em veículos, voam, e podem ser controlados). Xenoblade Chronicles X parece ser um jogo tremendo, o que ainda surpreende ainda mais quando olhamos para os meros 19 GB que ocupa.

São apenas primeiras impressões, mas o que vimos até agora de Xenoblade Chronicles X impressionou-nos. Agora com licença, porque o mundo de Mira chama-nos para mais uma aventura.

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