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TOP 5: Melhor Jogo de Ação na Terceira Pessoa 2016

Boa variedade de alternativas para fãs do género.
Ricardo C. Esteves Editor-in-Chief Portugal 26 Dezembro 2016

4º Hitman Plataformas: PC, PS4, Xbox One

Nota de redação: As classificações nas categorias indicam a qualidade dos jogos somente nesse campo específico, e não como um todo. O facto de um jogo estar acima de outro numa categoria específica não significa que seja melhor ou pior.

5º The Division
Plataformas: PC, PS4, Xbox One

"Embora seja um MMORPG, e existam momentos em que terão de interagir com outros jogadores, The Division pode ser jogado como se fossem um agente solitário. Como é um RPG, também existem outros elementos que não são tão habituais em jogos de ação na terceira pessoa, como a capacidade para os inimigos aguentarem dano. Em certas dificuldades os oponentes parecem mesmo esponjas de balas, capazes de suportarem uma quantidade absurda de tiros. É um elemento comum aos MMORPG, mas que poderá afastar jogadores menos habituados ao género, que prefiram uma reação mais realista dos inimigos aos disparos. Quanto aos controlos, funcionam bem na maioria das situações, seja a correr, a disparar ou a mudar de cobertura, mas sentimos falta de um botão que nos permita agachar."
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"Ao contrário do que as primeiras impressões sugeriam, o novo Hitman mostrou ter boas qualidades, e ficámos agradados com o potencial evidenciado pelo capítulo inaugural em Paris. A mudança para uma abordagem mais solta, em mapas abertos, pareceu-nos a melhor solução para um jogo como Hitman, e essa ideia foi reforçada por este segundo capítulo. Como já devem saber, a nova aventura do Agente 47 está dividida em episódios, e isso significa que a qualidade entre capítulos pode oscilar, como é o caso em Sapienza. Gostámos do primeiro episódio, em Paris, mas este segundo capítulo é definitivamente melhor."
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3º Gears of War 4
Plataformas: PC, Xbox One

"Gears of War 4 é um jogo que faz muita coisa boa, mesmo que falhe em alguns aspetos. É o tipo "bom jogo", um jogo que vai divertir, que justifica o preço, mas que não consegue estar entre os melhores. Gostámos da forma como a campanha terminou, e começamos a sentir uma ligação às personagens, logo queremos ver mais delas no futuro. Depois de Gears of War 3, e sobretudo Judgement, é um regresso à boa forma para a série."
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2º Watch Dogs 2
Plataformas: PC, PS4, Xbox One

"A premissa da jobabilidade de Watch Dogs 2 é essencialmente a mesma do antecessor. É um jogo de ação na terceira pessoa passado em mundo aberto, onde as capacidades de hacking da personagem permitem interagir com um mar de dispositivos electrónicos. A maior diferença para o primeiro jogo será a introdução de parkour, já que Marcus é bem mais ágil que Aiden Pierce. Embora possa trepar e mover-se com maior facilidade, Marcus não está bem ao nível dos assassinos de Assassin's Creed, e para chegar aos locais mais altos terá de ser um pouco mais inventivo."
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1º Uncharted 4: O Fim de um Ladrão
Plataformas: PS4

"Este é, na nossa opinião, o melhor jogo da saga. Para muitos até será o melhor jogo desta geração de consolas. Existem várias razões para isso, como a passagem da saga da PS3 para a PS4, ou a maior experiência geral da Naughty Dog enquanto estúdio, mas um factor determinante tem um nome: Neil Druckmann. Druckmann foi o argumentista e diretor criativo de The Last of Us, onde mostrou todo o seu talento, e eventualmente acabou também por assumir o leme de Uncharted 4: O Fim de Um Ladrão, que escreveu em conjunto com Bruce Straley depois de Amy Hennig (argumentista da trilogia anterior) ter saído para a Visceral Games."
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Editor-in-Chief Portugal Ricardo C. Esteves was editor-in-chief of Gamereactor Portugal, writing for the site from 2013. He covered video games across news, previews and reviews, and also wrote on film and television.
Perfil completo Autor da Gamereactor desde 2013 · 7.617 artigos publicados
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