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Após a Venezuela, Trump propõe uma ação militar contra a Colômbia e Gustavo Petro: "Ele é um homem doente"

Bogotá condena as declarações enquanto o presidente dos Estados Unidos intensifica sua retórica após a captura de Nicolás Maduro.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu no domingo a possibilidade de uma ação militar contra a Colômbia, aumentando drasticamente as tensões na região poucos dias após os Estados Unidos realizarem a intervenção mais direta na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. Falando com repórteres a bordo do Air Force One, Trump disse que uma operação militar contra a Colômbia "soa bem para mim", comentários que provocaram uma resposta imediata e irritada de Bogotá.

As declarações de Trump pareciam ter como alvo o presidente colombiano Gustavo Petro, a quem ele acusou de presidir um país profundamente envolvido na produção e tráfico de cocaína. "A Colômbia também é muito doente, governada por um homem doente, que gosta de fabricar cocaína e vendê-la para os Estados Unidos", disse Trump, acrescentando que tal atividade não continuaria "por muito tempo." Os comentários seguiram perguntas sobre se Washington poderia expandir seu recente uso da força na região além da Venezuela.

O governo colombiano rejeitou rapidamente as declarações, chamando-as de uma ameaça inaceitável contra um líder democraticamente eleito. Em um depoimento tardio da noite, o Ministério das Relações Exteriores colombiano afirmou que as palavras de Trump equivaliam a uma "interferência indevida nos assuntos internos do país" e violavam princípios básicos do direito internacional. Autoridades enfatizaram que a Colômbia continua sendo uma nação soberana e parceira de longa data dos EUA, apesar das diferenças com Washington.



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