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TOP 5: Melhor Jogo de Terror 2017

Jogos de terror não costumam ser abundantes, mas este ano foi rico em opções de qualidade.
Ricardo C. Esteves Editor-in-Chief Portugal 30 Dezembro 2017

The Evil Within 2 Plataformas: PC, PS4, Xbox One

Nota de redação: As classificações nas categorias indicam a qualidade dos jogos somente nesse campo específico, e não como um todo. O facto de um jogo estar acima de outro numa categoria específica não significa que seja globalmente melhor ou pior.

Observer
Plataformas: PC, PS4, Xbox One

"O enredo em si é bastante cativante, e a experiência é enriquecida por um design competente de níveis e missões. À semelhança de Layers of Fear, vão navegar os mesmos corredores e salas durante toda a aventura, com exceção de sequências intercalares de psicose. A saúde mental (ou falta dela) da personagem influenciou imenso o design do jogo, e os seus níveis de stress e ansiedade são representados por filtros de "glitches" que cobrem o ecrã. É uma mecânica eficaz, ainda que eventualmente se torne repetitiva e cansativa. Chega a ser particularmente irritante quando acontece durante a leitura de um texto."

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Darkwood
Plataformas: PC

"Logo a partir do início do jogo, os jogadores são colocados numa narrativa complexa onde vão desempenhar vários papéis, gerar percursos alternativos para a estória, e desbloquear um de múltiplos finais. Por isso tudo, a narrativa de Darkwood pode ser muito única ao jogador. É uma estória com o tipo de melancolia surreal que tornou Twin Peaks popular, mas é o seu design bizarro que torna Darkwood tão convincente como jogo de terror. Não é um jogo que vai atrás de sustos falsos, mas de uma experiência tensa e enervante - não é para saltar, é para roer as unhas."

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Outlast 2
Plataformas: PC, PS4, Xbox One

"À semelhança de Alien: Isolation, a mecânica de fuga e esconderijo é algo que confere uma grande sensação de impotência ao jogador. Entre os vários tipos de cenários que vão experimentar, vão encontrar muitos locais que podem servir de esconderijo, e bem serão necessários, enquanto fogem em pânico de doidos varidos equipados com facas enorme. O ambiente e o design ajudam a uma tensão superior que a do jogo anterior, mas a inteligência artificial melhorada também tem mérito."

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"Os controlos em si funcionam bem para os dois lados da jogabilidade, embora Sebástian tenha um movimento algo desengonçado. A sua pontaria também está longe de ser ideal, mas é algo natural quando o objetivo é causar tensão no jogador - não seria grande desafio se estivessem a atirar disparos na cabeça a torto e a direito. Considerando as limitações auto-impostas do género de terror, a jogabilidade de The Evil Within 2 funciona bastante bem."

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Resident Evil 7: Biohazard
Plataformas: ?????????

"Os eventos de Resident Evil 7 passam-se ao longo de uma noite, a desculpa perfeita para a Capcom brincar com várias técnicas de iluminação e sombra. Este é um jogo escuro, sombrio, e opressivo, que consegue criar tensão graças ao excelente design visual e sonoro, mas mais importante que isso, não tenta assustar o jogador com saltos baratos. Os sustos que o jogo tenta criar são muito espaçados e eficazes, de tal forma que não conseguimos conter algumas reações genuinamente assustadas. O som é também muito importante, já que a maioria do que vão ouvir ao longo do jogo são os passos de Ethan - e quando ouvem algo mais, é assustador."

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Editor-in-Chief Portugal Ricardo C. Esteves was editor-in-chief of Gamereactor Portugal, writing for the site from 2013. He covered video games across news, previews and reviews, and also wrote on film and television.
Perfil completo Autor da Gamereactor desde 2013 · 7.617 artigos publicados
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