Relatório de Nova York mostra degradação mínima da bateria em veículos elétricos que já percorreram mais de 240.000 quilômetros
Um carro de 2023, que ultrapassou esse limite alto de quilômetro, mantém 91% de sua autonomia efetiva.
Vários estudos comprovaram que, se há um aspecto que está em destaque na mente de muitos potenciais clientes de veículos elétricos, é a degradação da bateria, o medo de que, à medida que a bateria é usada, sua autonomia efetiva diminua com o tempo.
Mas como esse medo se encaixa com a realidade real? Um novo estudo desenvolvido pela Recurrent, que analisou dados reais de mais de 1000 veículos elétricos ativos nas estradas atualmente, mostra que a degradação da bateria não é tão drástica quanto se pensava inicialmente.
Eles compararam a autonomia efetiva dos já mencionados 1000 EVs, que todos cruzaram 150.000 milhas, ou 240.000 quilômetros, com a autonomia de quando eram novos, e descobriram que um modelo relativamente novo de 2023 manteve 91% de sua autonomia efetiva após cruzar 240.000 quilômetros.
Agora, essa porcentagem costumava ser menor, e um carro de 14 anos de 2012 "apenas" mantém 81% de sua autonomia efetiva após ultrapassar o limite mencionado de quilômetros.
Isso coincide com outros estudos da Recurrent, que afirma que apenas 0,3% dos veículos elétricos mais recentes precisaram de substituição de bateria, ou seja, carros vendidos após 2022.
