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O que Jogámos na Comic-Con Portugal

Impressões de Iron Man VR, MediEvil, Luigi Mansion 3, e The Witcher 3 na Switch.

A Comic-Con teve vários pontos de interesse para os visitantes, incluindo para jogadores. Quem visitou o evento terá tido a oportunidade de experimentar vários jogos na área do Espaço Gaming, incluindo títulos que ainda não foram lançados. O Gamereactor aproveitou essa mesma disponibilidade para testar alguns desses jogos, e embora o que vimos e jogámos não justifique textos individuais, decidimos escrever um artigo a detalhar as nossas impressões dos quatro títulos que mais jogámos no evento.

Iron Man VR
O novo jogo do Homem-de-Ferro, exclusivo para o PlayStation VR, foi o maior destaque da área dedicada a jogos da Sony. Trata-se de um jogo que está ainda numa fase de produção, e que não tem sequer data de lançamento, mas a demo disponível permite ter já uma boa ideia do que podemos esperar em termos de controlos.

Iron Man VR é jogado numa perspetiva da primeira pessoa, como se estivesse a ver através dos olhos do próprio Tony Stark quando tem o capacete posto. Jogámos com dois PS Move, cada um a simular uma das mãos do herói. O gatilho de cada Move aciona o jato na mão de Homem-de-Ferro, jato esse que permite ao herói voar. A direção depende depois da posição da mão do jogador, tal como faz o próprio Tony Stark na BD e nos filmes. Por exemplo, se quiser voar em frente tem de colocar as mãos atrás das costas, e se quiser voar para cima tem de as colocar para a baixo. Basicamente vai voar na direção posta à que está a apontar.

O botão central do Move é depois usado para disparar através das mãos, o que significa que será preciso manter o voo com uma mão e disparar com a outra - pode disparar com as duas, mas irá perder altitude se fizer isso, já que nenhum jato está a funcionar. Homem-de-Ferro tem ainda acesso a poderoso murro, executado ao pressionar no [círculo] e a fazer o movimento de um soco com o Move.

Estes movimentos funcionam todos bem e fazem sentido com o modus operandi do herói, ainda que exijam algum tempo de habituação. Mais complicado, contudo, é virar. Pode literalmente virar-se para o jogo acompanhe o seu movimento, o que para alguns jogadores será a melhor forma de jogar, mas não é a mais prática segundo a nossa experiência. Virar 180º, em pé, durante uma simulação de voo, não é exatamente simpático para o equilíbrio, o que nos causou algumas tonturas. Pior ainda, o PSVR tem um enorme fio que liga à consola, e não será muito difícil tropeçar nele se estiver sempre a rodopiar no mesmo sítio. Em alternativa pode usar botões nos Move para rodar a câmara. Este processo não é perfeito, mas acaba por ser bem mais prático e veloz que usar o próprio corpo para rodar de um lado para o outro.

Gostámos do que está a ser feito com Iron Man VR em termos de comandos, mas o que vimos não permitiu ter uma ideia sólida do jogo além dos controlos, pelo que teremos de deixar uma impressão mais elaborada para outra ocasião.

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Luigi's Mansion 3
De todos os jogos que experimentámos na Comic-Con, Luigi's Mansion 3 foi o que mais nos encheu as medidas. Graficamente está um verdadeiro mimo - polido, detalhado, engraçado, e um pouco assustador (pouco, afinal de contas estamos a falar de um jogo para maiores de três anos). Como nos jogos anteriores, Luigi terá de enfrentar uma série de criaturas fantasmagóricas e sobrenaturais, tendo para isso acesso a várias ferramentas. Uma lanterna permite numa primeira fase detetar os fantasmas, e depois disso, atordoá-los. Depois disso terá de usar o seu "aspirador" de fantasmas para os prender, embora não seja tarefa fácil.

Os fantasmas vão resistir à captura, obrigando Luigi a deslocar-se pelo cenário enquanto os tenta aspirar. É um pouco como pescar, mas com fantasmas no lugar de peixes. O aspirador não serve apenas para aspirar fantasmas, já que pode sugar outros itens. Alguns objetos, como melancias, são demasiado grandes para serem sugados para dentro do aspirador, e em vez disso ficam presos na entrada do tubo. Carregando no botão que expira em vez de aspirar, podem atirar o objeto que ficou preso, o que neste caso nos permitiu atirar a melancia a alguns barris que tapavam o caminho para um baú.

Só vimos um pouco de Luigi's Mansion 3 nesta ocasião, mas o que jogámos foi suficiente para nos deixar com boas expetativas para o seu lançamento a 31 de outubro de 2019.

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The Witcher 3: Wild Hunt - Switch
Depois de termos terminado Witcher 3 e expansões noutras plataformas, tínhamos algo receio do que iríamos encontrar na versão Switch, tecnicamente inferior às outras, mas ficámos agradavelmente surpreendidos. Jogámos apenas em versão portátil, onde é visível que a resolução, definição, e detalhes, são inferiores às das outras versões, mas isso não invalida de todo esta versão. Ainda que inferior às outras versões, Witcher 3 na Switch continua a ter um grafismo de grande qualidade, e se comparado lado-a-lado perde em vários campos, como um produto isolado de Nintendo Switch, impressiona.

Mais impressionante ainda foi a fluidez de jogo, estável nos 30 frames por segundo, tal como as versões PS4 e Xbox One. Tudo o que fizemos nas outras versões, como desviar ataques, defender, rebolar, e usar sinais, conseguimos fazer sem qualquer esforço extra nesta versão. Se o resto do jogo mantiver a mesma qualidade de adaptação, The Witcher 3: Wild Hunt será absolutamente obrigatório para quem tiver uma Switch.

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MediEvil
MediEvil segue os exemplos de Crash Bandicoot e Spyro, jogos da PS original que foram refeitos para a nova geração. Neste caso trata-se de um exclusivo PS4, que está a ser refeito a nível gráfico, embora permaneça muito semelhante em termos de design e jogabilidade - o que pode ter sido um erro. Se graficamente parece um jogo moderno, a experiência de jogabilidade pareceu-nos claramente datada, com um sistema de combate básico e um design limitado.

Verdade seja dita, só jogámos os primeiros 15 minutos, e existem muito mais para descobrir e explorar ao longo do jogo, mas esta primeira impressão não foi inteiramente positiva.

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