Hungria, Eslováquia e República Tcheca permitem empréstimos da UE para a Ucrânia, mas optam por não receber contribuições
Orbán abandona o veto sobre um pacote de €90 bilhões enquanto a UE contorna ativos russos congelados.
A Hungria concordou em não bloquear o grande empréstimo sem juros e respaldado pela UE para a Ucrânia, cobrindo suas necessidades militares e econômicas pelos próximos dois anos, mas não contribuirá financeiramente, disseram autoridades na madrugada de sexta-feira.
Orbán aceitou o acordo sob a condição de que a Hungria, junto com a Eslováquia e a República Tcheca, fosse excluída da garantia da dívida. O compromisso ocorreu após a falha da UE em concordar sobre o uso de ativos russos congelados para financiar Kiev.
O chanceler alemão Friedrich Merz disse que a Ucrânia só teria que pagar o empréstimo se a Rússia pagasse as reparações pela guerra, acrescentando que a UE ainda reservava o direito de usar ativos russos imobilizados caso não houvesse compensação.
O acordo envia um sinal político de apoio contínuo da UE à Ucrânia, mesmo com divisões persistindo sobre até onde o bloco está disposto a ir para recorrer a fundos russos para financiar a guerra. Para mais informações, você pode conferir o post abaixo (Orbán: via X).