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Gamereactor Análises Horizon: Zero Dawn
Análises Horizon: Zero Dawn

Horizon: Zero Dawn - The Frozen Wilds

Uma expansão que acrescenta áreas, máquinas, inimigos, e respostas ao mistério de Zero Dawn.
Ricardo C. Esteves 6 Novembro 2017

Menos de nove meses desde o lançamento do jogo original, aqui está a primeira (e única?) expansão de Horizon: Zero Dawn, The Frozen Wilds. É preciso fazer precisamente essa distinção, a de que The Frozen Wilds é uma expansão real, e não um mero "DLC". Acrescenta uma nova área de jogo, uma nova estória, novas armas, armaduras, inimigos, e conteúdo que vos pode ocupar entre 10 a 15 horas de jogo. O preço, € 19.99, é mais do que adequado a tudo o que está incluído, embora necessitem do jogo base para jogarem a expansão.

The Frozen Wilds não é necessariamente uma continuação da estória, porque na verdade não se passa depois do final do jogo. Como provavelmente já repararam se acabaram Horizon: Zero Dawn, o jogo recoloca o jogador antes da última missão depois de terminarem a estória, para que possa terminar o resto do conteúdo, e o mesmo acontece com The Frozen Wilds. É algo que podem fazer antes de terminarem a estória, desde que tenham pelo menos nível 30, e depois de ultrapassarem uma grande fatia das missões principais.

Nesta expansão vão explorar uma nova região, mais a norte, habitada pelos Banuk. Durante a aventura base tiveram a oportunidade de interagir com alguns Banuk, mas só agora podem realmente conhecer a tribo e visitar a sua dura e fria zona. Quase toda a nova área está coberta de neve, lagos gelados, e nevões, salvo algumas secções interiores. Nesta região podem acompanhar uma nova estória, participar em várias atividades e missões secundárias, e tentar recolher alguns colecionáveis novos, exclusivos desta região.

Também existe uma nova árvore de habilidades, que abrange sobretudo ações dedicadas à montada. Podem melhorar a sua força, resistência, e também desbloquear uma série de ações para executarem enquanto estão montados, como apanhar objetos ou saltar para os inimigos.

A estória está focada num novo tipo de máquinas que começou a atormentar os Banuk, criadas por uma entidade referida apenas como Daemon. O jogador irá depois ajudar os Banuk a controlarem esta situação, enquanto vão descobrir mais respostas e pormenores sobre a iniciativa Zero Dawn, a organização Faro, e outros projetos relacionados com tudo isto. Obviamente que não podemos entrar em pormenores, mas foi bom ter algum contexto extra sobre o mundo de Horizon: Zero Dawn.

As missões em si são boas, e utilizam bem as bases da jogabilidade que a Guerrilla Games criou, ainda que não sejam particularmente originais ou muito diferente do que já fizeram no jogo base. Existe uma ou outra surpresa, mas nada de muito revolucionário. Nesse aspeto a expansão poderia ter sido um pouco mais arriscada, mas se procuram mais do mesmo para fazer, vão ter isso aqui e com qualidade.

Com a expansão chegam também novas máquinas, que são particularmente desafiantes. Não são as máquinas mais difíceis do jogo, mas até os jogadores mais bem equipados e experientes terão de suar para derrotar estes poderosos inimigos. As novas armas e armaduras que vão obter podem ser ajudas preciosas nestas batalhas, mas em essência terão de abordar estes inimigos como todos os outros: estudas suas características, tentar perceber de que forma as podem incapacitar ou limitar, e depois executar um plano de ataque.

Tudo somado, The Frozen Wilds acrescenta muito que fazer, mais do que suficiente para justificar o preço. Em parte gostaríamos que a Guerrilla Games tivesse arriscado mais um pouco com a fórmula, e também teria sido bom ver uma continuação real da estória, mas supomos que isso seria demasiado difícil de conseguir com uma simples expansão. Não será talvez uma expansão absolutamente obrigatória e imperdível, mas é certamente recomendada a quem gostou de Horizon: Zero Dawn e gostaria de acrescentar mais horas e contexto à experiência.

8
Bom em 10 · Gamereactor Portugal
Prós Nova área de dimensões consideráveis. Bastante conteúdo novo. Novas máquinas dão luta. Oferece algumas respostas.
Contras Vão estar a fazer coisas que já fizeram no jogo base. Não é uma continuação da estória.
Nota da rede Média de 10 edições da Gamereactor
8,9 amplitude 8–9
Gamereactor 9
Gamereactor Norge 9
Gamereactor Deutschland 9
Gamereactor España 9
Gamereactor France 9
Gamereactor Italia 9
Gamereactor Nederland 8
Gamereactor Portugal 9
Gamereactor Polska 9
Gamereactor Asia 9
Editor-in-Chief Portugal Ricardo C. Esteves was editor-in-chief of Gamereactor Portugal, writing for the site from 2013. He covered video games across news, previews and reviews, and also wrote on film and television.
Perfil completo Autor da Gamereactor desde 2013 · 7.617 artigos publicados
8
Bom Nota da rede em 10 edições
Dados do jogo
Produtora Guerrilla Games
Editora Sony
Data de lançamento 2 Março 2017
Género Action
Plataformas
PS4 PC
Porquê confiar na Gamereactor
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1998 A publicar desde De propriedade independente desde o início.
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