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Análises Hextech Mayhem: A League of Legends Story

Hextech Mayhem: A League of Legends Story - Análise

Mais um jogo derivado de LoL, desta vez na forma de um runner rítmico.
Ben Lyons 6 Janeiro 2022

Quer seja um fã de League of Legends ou não, é difícil ficar indiferente a tudo o que a Riot Games tem feito ultimamente em torno do universo do seu popular MOBA. Desde a série Arcane no Netflix, ao RPG Ruined King, tem sido impressionante ver a expansão de LoL para além das suas bases. Hextech Mayhem, lançado em novembro do ano passado para PC e Switch, é mais uma proposta saída do universo de LoL, e é bastante divertida.

Hextech Mayhem assume-se como um runner rítmico com jogabilidade 2D. O que isto significa em termos práticos é que a personagem corre sempre sem parar, da esquerda para a direita do cenário, e o jogador deve tentar controlá-lo seguindo o ritmo indicado. É um jogo bastante básico em termos de jogabilidade, onde simplesmente deve apertar o botão certo na hora certa, tentando alcançar a melhor pontuação possível.

Desenvolvido por Choice Provisions, Hextech Mayhem irá colocá-lo na pele do Campeão Ziggs que irá viajar através de Piltover, causando o caos num esforço para criar a bomba perfeita. Mas, como Ziggs é efetivamente um criminoso, ele costuma estar sob o olhar atento do colega Heimerdingerk, que também é um Yordle, a mesma espécie que Ziggs. Heimerdinger está a utilizar a sua experiência em engenharia para criar uma invenção capaz de parar a onda de caos causada por Ziggs.

Considerando que se trata de um runner rítmico, ficámos surpreendidos com a qualidade do guião e da narrativa de Hextech Mayhem, frequentemente apresentada por meio de várias sequências cinemáticas e diálogo, expandido a relação entre os dois Yordles. É jogo bem-humorado, leve e divertido, que ajuda a transformar a experiência básica em algo um pouco mais envolvente, independentemente de conhecer ou não o universo de League of Legends.

A jogabilidade em si é fluida, com controlos simples mas eficazes. Não é um jogo complexo ou desafiador, pelo contrário, parece ser mais difícil falhar do que ter sucesso. O incentivo por isso não passa tanto por terminar os níveis, mas antes por obter boas pontuações. Basicamente terá de acertar nos botões certos quando forem solicitados, seguindo o ritmo dos níveis, mas pode 'sair' desse ritmo para apanhar itens e colecionáveis. Quando atinge algo que não devia, Ziggs fica a flutuar até que atinja um botão certo novamente. Ou seja, é literalmente impossível não terminar os níveis a menos que desista ou recomece.

Ou seja, tem a rota principal para seguir, indicada pelo ritmo, e se a acompanhar estará mais próximo de terminar com boa pontuação, mas também existem três tipos de engrenagens colecionáveis ​​em cada nível. As engrenagens bronze são necessárias para desbloquear os níveis seguintes, as engrenagens azuis permitem as três máquinas obrigatórias para enfrentar Heimerdinger, e as engrenagens prateadas são usadas para desbloquear novos fatos para Ziggs. Ou seja, é obrigado a jogar de forma a tentar apanhar a maioria destas engrenagens.

E isso é praticamente tudo que há para saber sobre Hextech Mayhem. Irá correr através de níveis, sincronizado com a batida da música, recolhendo engrenagens ao longo do caminho. É simples, direto, divertido, e realmente viciante. E é por isso que também ficámos algo desiludidos com o quão curto é. Conseguimos terminar a história em cerca de duas horas, e não existem muitos motivos para voltar a repetir os níveis, exceto para apanhar engrenagens que tenham ficado para trás, ou para melhorar a pontuação. Parece-nos que seria o jogo ideal para uma estrutura "live service", no sentido de ser reforçado regularmente com níveis novos, porque a jogabilidade é boa e o ambiente é divertido.

Mas a verdade é que por € 8,99 não se podia pedir muito mais. Existe um incentivo adicional para quem é fã da Riot e de League of Legends, mas qualquer jogador que aprecie jogos estilo runner e rítmicos poderá divertir-se durante algumas horas com Hextech Mayhem.

7
Bom em 10 · Gamereactor Portugal
Prós Pode ser extremamente divertido. Controlos simples com design apurado. História e personagens engraçadas.
Contras É bastante curto e sem grandes motivos para repetir. Facilidade pode ser encarada como um ponto negativo.
Nota da rede Média de 5 edições da Gamereactor
7,0
Gamereactor 7
Gamereactor España 7
Gamereactor Italia 7
Gamereactor Portugal 7
Gamereactor Asia 7
Senior Editor Ben was a Senior Editor at Gamereactor UK. When he wasn’t writing, editing or filming for Gamereactor, he could usually be found playing an FPS or getting lost in a sprawling RPG.
Perfil completo Autor da Gamereactor desde October 2020 · 16.482 artigos publicados
7
Bom Nota da rede em 5 edições
Dados do jogo
Produtora Choice Provisions
Editora Riot Forge
Data de lançamento 15 Novembro 2021
Plataformas
PC Nintendo Switch
Porquê confiar na Gamereactor
23 Edições Cada uma com a sua redação e as suas notas.
1998 A publicar desde De propriedade independente desde o início.
100% Jogado por nós Escrito a partir do tempo passado com o jogo, nunca de material de imprensa.
1–10 Nota da rede A nota de cada edição, com média feita e à vista.