Volodymyr Zelensky negou as acusações de que Boris Johnson desempenhou um papel na prevenção de um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia no início de 2022, afirmando que as alegações não fazem sentido lógico.
Em uma entrevista recente ao The Guardian, o presidente ucraniano afirmou que, embora houvesse discussões envolvendo ultimatos russos, ele nunca os considerou viáveis, nem Johnson influenciou sua decisão.
A história, que tem sido repetidamente usada pelo Kremlin para sugerir interferência ocidental, ganhou atenção renovada enquanto Donald Trump se prepara para se encontrar com Zelensky em meio a especulações de que ele pode pressionar por negociações com a Rússia.
Apesar de relatórios anteriores sugerirem que Johnson instou a Ucrânia a resistir às negociações, Zelensky enfatizou que, na época da visita de Johnson a Kiev, as forças russas já haviam sido expulsas da capital, tornando a ideia de pressão externa absurda. Por enquanto, resta saber como essa narrativa continuará a moldar as discussões sobre a resolução da guerra.