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The Division 2

The Division 2

Os agentes da capital norte-americana perderam contacto com o exterior, e agora têm de descobrir porquê.

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Passaram-se dois anos desde o lançamento de The Division, um jogo que prometeu imenso antes do lançamento, mas que acabou por aparecer com vários problemas. Passado este tempo, talvez seja um exagero dizer que o jogo cumpriu o seu potencial, mas devemos ainda assim louvar o esforço da Massive, que conseguiu resolver vários problemas e tornar The Division num jogo mais interessante. Em março do próximo ano será lançada a sequela, que tivemos a oportunidade de conhecer melhor durante a E3, inclusive com uma sessão de jogo que podem ver em baixo.

Ao contrário do original, que se passa em Nova Iorque, The Divison 2 vai passar-se em Washington DC, sete meses depois da infestação de um novo vírus ter deixado os EUA em estado de sítio. Tal como em Nova Iorque, existiam vários Agentes em Washington, mas todo o contacto exterior cessou. Como um agente exterior, vão a Washington investigar o que se passa, e pelo meio vão encontrar uma civilização que se tenta re-erguer neste novo contexto. Segundo a Ubisoft, os civis terão um papel muito mais importante que no primeiro jogo, e terão uma presença mais ativa no mundo. Vão ver pequenos estabelecimentos e acampamentos, mas também guerras entre diferentes facções, e aparentemente existe alguém nos bastidores a controlar tudo o que se passa.

A Massive parece ter aprendido muitas lições com o primeiro The Division, incluindo como abordar o chamado 'Endgame', conteúdo destinado a quem chegou ao nível máximo. Segundo a Massive, para The Division 2 decidiram começar primeiro precisamente pelo Endgame, tornando tudo o resto essencial para esse objetivo. A nível máximo, 30, podem desbloquear uma especialização, uma nova árvore de habilidades associada a um tipo de arma específico. O Demolitionist será especialista em lança-granadas, o Survivalist em bestas, e o Sharpshooter em espingardas de longo alcance, por exemplo. Por outras palavras, terão uma 'ferramenta' especial com que podem abordar o Endgame.

A Massive também nos disse que "quanto mais jogarem, mais vão encontrar o que fazer", implicando que o jogo terá mais atividades que o antecessor. Parte desse conteúdo está diretamente ligado ao mundo, que irá reagir ao que o jogador faz, e isso será transitado para o Endgame.

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Jogámos uma missão no papel de Demolitionist, que além de carregar um imponente lança-granadas, vinha equipado com a habilidade Hive. Esta habilidade permite enviar um enxame de nano-bots ao inimigo, não só danificando os seus alvos, mas também distraindo-os. São uma boa opção tática, permitindo mudar de posição com maior facilidade, recuperar, ou atacar com maior facilidade. Apesar das especialidades a nível 30, as personagens não estão limitadas às suas armas especiais, e terão de continuar a usar pistolas, caçadeiras, metralhadoras, e espingardas de assalto para derrotarem oponentes.

Durante a missão também tivemos a oportunidade de observar melhor o estado em que se encontrar Washington. Sem a neve que cobria a maior parte do cenário de Nova Iorque, vimos uma cidade em decadência, mas não completamente arruinada. Mais que isso, vimos um cenário altamente detalhado e inspirado. Desde o Air Force One despenhado, a um centro-comercial ocupado, passando pelas largas ruas de Georgetown e a vegetação de Potomac, vimos um ambiente que já nos parece bem mais variado que o do primeiro jogo.

A jogabilidade em si pareceu-nos muito familiar, o que não é mau. The Division oferecia bons controlos de ação na terceira pessoa, com um sistema de cobertura muito eficaz, e mecânicas sólidas de tiroteios. Contudo, o elemento RPG que funciona por baixo do sistema de jogabilidade mantém-se em The Division 2, e se isso era um problema para vocês no jogo anterior, vai continuar a sê-lo aqui. Um tiro na cabeça do inimigo não garante a morte, por exemplo (embora seja um ataque crítico), porque elementos como as estatísticas do equipamento e o nível do oponente também contam.

Isto leva The Division a partilhar semelhanças com outros MMORPG e jogos de equipas, já que o esforço dos jogadores será necessário para derrubarem os oponentes mais difíceis. Uma das novidades é aliás os novos Raids, secções independentes do resto do mundo que só serão possíveis de ultrapassar com oito jogadores de nível máximo. Claro que, no fim desse esforço, os jogadores irão encontrar o melhor loot do jogo. Também já confirmadas estão novas zonas de PvP, mas tanto isso, como os Raids, serão revelados com mais pormenor nos próximos meses. The Division 2 chega a 15 de março de 2019 para PC, PS4, e Xbox One.

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