No que o Departamento de Justiça do Novo México chama de "veredito histórico", Meta perdeu um caso sobre colocar crianças em perigo e enganar consumidores.
O julgamento envolveu principalmente a segurança no Facebook e Instagram, com depoimentos de funcionários adicionando danos além de uma operação disfarçada liderada pelo Estado, na qual contas falsas se passando por menores foram criadas, com essas contas recebendo material explícito de vários homens presos em 2024, incluindo alguns que haviam marcado encontros/encontros com, O que eles achavam serem crianças de apenas 12 anos, em motéis obscuros, apenas para serem presas. Outra parte do caso começa no início de maio, sobre requisitos de verificação de idade e proteção de menores.
Cada violação custou à Meta apenas $5.000 devido às limitações estaduais sobre indenizações. O motivo foi que evidências mostraram que funcionários da Meta foram considerados alertados várias vezes sobre os perigos das plataformas, assim como especialistas em segurança infantil, enquanto a gestão ignorou em grande parte os avisos, incluindo um engenheiro de software que tinha uma filha de 14 anos que recebeu avanços indesejados no Instagram, e até testemunhou que o sistema de segmentação de anúncios era igualmente útil para predadores infantis encontrarem vítimas potenciais. Um ex-vice-presidente testemunhou diretamente que, em sua opinião, ele "absolutamente não acreditava que a segurança fosse uma prioridade".
"Executivos da Meta sabiam que seus produtos prejudicavam crianças, ignoravam avisos de seus próprios funcionários e mentiam para o público sobre o que sabiam. Hoje, o júri se uniu a famílias, educadores e especialistas em segurança infantil para dizer que já chega", explica Raul Torrez, procurador-geral do Novo México.
