Kylian Mbappé e sua equipe jurídica intensificaram sua guerra contra o Paris Saint-Germain. O jogador francês vem solicitando 55 milhões de euros (£ 48) em salários e bônus não pagos desde antes
deixando o clube de propriedade do Catar e ingressando no Real Madrid no verão passado. Seus advogados deram uma entrevista coletiva em Paris na quinta-feira e anunciaram uma vitória antecipada: eles conseguiram congelar 55 milhões de euros na conta do PSG.
Em seguida, eles tentarão fazer com que a Federação Francesa de Futebol peça à UEFA que revise o caso contra o clube, na esperança de ativar um artigo que diz que um clube não deve ser autorizado a participar de competições como a Liga dos Campeões se não tiver liquidado todas as suas obrigações salariais com seus trabalhadores.
Os advogados de Mbappé procuram confrontar o clube não apenas no direito trabalhista, mas também no direito civil e criminal, pois consideram que este julgamento causou danos à reputação do jogador, e ele recebeu calúnias.
Quando começou o atual conflito entre Kylian Mbappé e o PSG?
A origem do conflito aparentemente vem de um acordo verbal entre Mbappé e o presidente do clube, Nasser Al-Khelaifi, alcançado em janeiro de 2024, depois que o clube inicialmente condenou o jogador ao ostracismo, colocando-o no banco como uma tática para que ele assinasse um novo contrato, em vez de sair no final da temporada como agente livre, que foi o que aconteceu no final.
Um acordo foi alcançado entre o jogador e o presidente e Mbappé voltou, mas não há evidências escritas sobre isso. Mas o clube respondeu que Mbappé contou "mais uma história fantástica de um universo paralelo" e só aceita que essa questão seja resolvida na câmara do trabalho, o único tribunal competente, e diz que está pronto "para apresentar todos os fatos, evidências e testemunhos que comprovem a existência de um acordo".