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Doom Eternal

Doom Eternal - Impressões finais

Passámos três horas neste Inferno na Terra, e queremos muito mais.

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Quando acabaram as três horas a que tínhamos direito com esta versão quase final de Doom Eternal, os representantes da id Software tiveram quase de nos arrancar do lutar. Três horas é uma dose considerável de tempo para experimentar um jogo, mas passaram a voar, e isso é testamento da qualidade desta sequela para o soberbo Doom de 2016. Se esta demonstração servir de exemplo, Doom Eternal será superior em praticamente todos os campos, e espera até março tornou-se ainda mais longa.

A id Software acertou na moche com o reboot, e sabe isso muito bem, pelo que o objetivo para esta sequela passou por pegar nessas bases e expandi-las. É curiosa a forma como o estúdio se refere à jogabilidade, apelidando-a de puzzles de combate. Isto está relacionado com os vários sistemas que alimentam a jogabilidade, todos desenhados para que o jogador avance em vez de recuar ou se esconder. Precisa de munições? Mate inimigos com a moto-serra. Saúde? Acabe com um oponente através de uma Glory Kill. Também precisa de armadura? Queime os demónios e recolha o que largaram. É nesse sentido que a id classifica a jogabilidade de Doom como uma espécie de puzzle de combate, e é brilhante.

Jogámos no PC, com um grafismo que o estúdio diz estar muito próximo de PS4 Pro e Xbox One X, e aparentemente, as versões PS4 e Xbox One regulares não ficam muito atrás. Foi o que nos disseram, claro, porque não tivemos oportunidade de as ver ou jogar. A id deixou-nos jogar as três horas de início do jogo, com a dificuldade Hurt Me Plenty, o que parece oferecer uma jogabilidade equilibrada em termos de desafio e frustração. Verdade seja dita que não avançamos muito na história, não só porque a dificuldade não é exatamente um passeio, mas também porque os níveis incluem muitos segredos e incentivos à exploração.

O arsenal de Doom Eternal vai incluir algumas surpresas, embora a maioria das armas sejam já conhecidas dos fãs. Tal como no antecessor, as armas incluem modos de disparo alternativos, e ao completar certos requisitos, vai ganhar modificações para introduzir nas armas. Equipámos um lança-granadas na nossa caçadeira, o que é sempre uma combinação vencedora, permitindo despachar inimigos a curto alcance com fortes disparos, e grupos compactos à distância com as granadas. Parecem existir várias combinações, que estamos ansiosos para experimentar na versão final.

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Também existe um sistema de runas, que pode descobrir durante a exploração dos mapas, e que podem ser equipadas para vários tipos de vantagens. Estas runas acrescentam efeitos como abrandamentos automáticos quando o jogador está próximo da morte, e um aumentar da distância permitida para realizar uma Glory Kill, por exemplo. Pelo que vimos, só será possível equipar três de cada vez, mas se tiver vários tipos de runas deve ser capaz de se ajustar a qualquer situação. Outra forma de evoluir o Doomguy é através de cristais, que podem aumentar a quantidade de recursos que ganha ao eliminar inimigos.

E claro, os demónios, que são assustadores, altamente detalhados, e dotados de um design fantástico. Aliás, o jogo em si é tecnicamente impressionante, apresentando uma capacidade gráfica fantástica que mesmo assim corre com uma fluidez estonteante. Esta sequela tem também uma série de animações novas, incluindo Glory Kills, e melhor que isso, utiliza um novo sistema de destruição de monstros, que permite desfazer pedaços específicos do seu corpo. Isso até está incorporado na jogabilidade, já que alguns inimigos podem tornar-se mais fáceis depois de eliminar um pedaço seu, como arrancar a arma de Revenant, por exemplo.

Tal como o primeiro Doom, a jogabilidade não será composta apenas por tiroteios. Existe muita exploração, e isso envolve normalmente uma série de ações de movimento, como grandes saltos, trepar superfícies, e até saltar de parede em parede em sequência. Este lado do jogo impressionou-nos mesmo, mas oferece uma boa forma de parar um pouco com a insanidade do combate e descansar. Doom Eternal é intenso, mas sabe quando deve deixar o jogador respirar um pouco.

Não será o ponto mais importante do jogo para muitos jogadores, mas também há aqui uma história para seguir. Existem algumas sequências de vídeo e diálogos que contam o essencial para que a ação faça sentido, mas à semelhança do antecessor, pode aprofundar a narrativa através de textos que encontra ou desbloqueia. Apreciámos também o facto de termos vistos tanta variedade de localizações nestas três horas de jogo. Não vamos entrar em pormenores para não estragar surpresas, mas ficámos impressionados.

O que jogámos de Doom Eternal pareceu-nos exatamente aquilo que esperávamos e desejávamos de uma sequela de Doom - uma experiência de jogo intensa e frenética, com excelente design, uma boa dose de desafio, jogabilidade estupenda, e um grafismo de topo. Acima de tudo parece pegar no que tornou o antecessor num êxito e elevar esses elementos para outro patamar. Como já deve ter percebido, estamos ansiosos para voltar a pegar em Doom Eternal.

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