Cyberpunk 2077 não precisou de um prólogo mais longo segundo os desenvolvedores
Segundo o início do jogo, esticar o prólogo seria como ficar em Tatooine assistindo Luke Skywalker cultivar por horas antes mesmo da história real começar.
Igor Sarzynski, que atualmente lidera o desenvolvimento do próximo Cyberpunk 2, conversou com a BlueSky para comentar uma das perguntas mais recorrentes que geralmente surgem. Ou seja, se Cyberpunk 2077 teria sido um jogo melhor, com um prólogo mais desenvolvido e expansivo. Em resumo, se os jogadores tivessem conseguido passar mais tempo com Jackie Welles antes de sua infeliz morte.
A resposta de Sarzynski? Um retumbante não. Ele compara isso a passar ainda mais tempo com Luke como fazendeiro em Tatooine antes de partir entre as estrelas e a história realmente começar.
"É como dizer que deveríamos passar mais tempo em Tatooine com o fazendeiro Luke antes dele se envolver com toda essa coisa dos Jedi.
"É tempo suficiente para se aproximar da Jackie? Para alguns é, para outros não. Considerando tudo, acho que encontramos um bom equilíbrio."
Muitos, inclusive eu, gostariam de ver mais horas de prólogo para fortalecer os laços emocionais com Jackie antes da reviravolta dramática dos acontecimentos em conexão com o golpe contra Arasaka. Mas, segundo Sarzynski, nunca foi intenção dos desenvolvedores prolongar essa parte. Ele afirma que o objetivo do primeiro ato — apresentar o mundo — é perfeito como está.
Além disso, Sarzynski também destaca que a montagem que segue o primeiro encontro entre Jackie e V não é material cortado, como os jogadores especularam, mas algo que a equipe planejou desde o início.








