Foi em 2017 que Dannis Pager, Youtuber conversador dos EUA, avançou com uma ação judicial contra o Youtube, alegando que a Google (dona da plataforma) estava a quebrar o primeiro artigo da constituição americana, que diz respeito à liberdade de expressão.
Dannis Pager perdeu essa ação, e depois avançou com um apelo, que agora também foi rejeitado. Segundo indica o Tribunal Americano de Distrito, por se tratar de um "fórum privado", o Youtube não está sujeito ao "escrutínio judicial ao abrigo do primeiro artigo" da constituição americana.
