A Blizzard viu-se envolvida numa polémica recente depois de ter banido um jogador profissional de Hearthstone que defendeu Hong Kong numa transmissão oficial do jogo. Segundo a Blizzard, todos os jogadores concordam que não farão comentários políticos, religiosos, ou potencialmente insultuosos para outros jogadores, e essa ação foi contra os termos do acordo. Contudo, muitos acreditam que a principal motivação para a pena pesada (um ano de suspensão e perca do prémio) se prende com as fortes ligação atuais da Blizzard com o mercado chinês.
A Blizzard entretanto já reduziu a suspensão do jogador em questão para seis meses e devolveu-lhe o prémio, mas isso não foi suficiente para acabar com a polémica e com a pressão exterior.
Como se previa, ontem existiram alguns protestos junto da BlizzCon, e esse foi de imediato o tópico com que o presidente da Blizzard abriu a cerimónia. J. Allen Brack pediu desculpas, primeiro por terem tomado uma decisão de forma apressada, e depois, por terem demorado demasiado a responder.
"Não estivemos à altura dos padrões elevados que criámos para nós, e falhámos no nosso propósito. Peço desculpa e aceito total responsabilidade", referiu de forma visivelmente comovida.
"Vamos fazer melhor no futuro, e as nossas ações vão importar mais do que estas palavras," concluiu.
