Anthropic esconde Claude Mythos por medo de hacking
O novo modelo de IA expõe vulnerabilidades críticas de software.
A Anthropic decidiu não lançar seu mais recente modelo de inteligência artificial, Claude Mythos, ao público após demonstrar uma capacidade sem precedentes de descobrir vulnerabilidades de software que poderiam ser exploradas para ataques cibernéticos em larga escala.
Conforme relatado pelo The Guardian, a empresa sediada em São Francisco afirmou que o modelo já identificou milhares de fraquezas em aplicações amplamente utilizadas, incluindo algumas datadas de décadas atrás e anteriormente não detectadas pelos desenvolvedores. Preocupada com o possível uso indevido dessas capacidades, a Anthropic está, em vez disso, limitando o acesso a especialistas em cibersegurança e parceiros selecionados.
Por meio de uma iniciativa conhecida como "Glasswing", a empresa está colaborando com grandes empresas de tecnologia e segurança, incluindo Amazon, Apple, Microsoft, Cisco, CrowdStrike e Palo Alto Networks, além da Linux Foundation. O objetivo é usar o modelo de forma defensiva, ajudando a identificar e corrigir vulnerabilidades antes que agentes maliciosos possam explorá-las.
