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Batman: Arkham Knight

Batman: Arkham Knight

Regressámos a Gotham e vestimos o manto negro, com menos de um mês para o lançamento.


30 minutos, cinco missões. Foi tudo o que nos foi permitido experimentar com a última sessão de Batman: Arkham Knight antes da análise. Não foi possível jogar qualquer missão de história (ou falar disso com os produtores), e embora esta versão de Gotham pareça massiva, a demonstração que experimentámos estava bloqueada com paredes invisíveis, que nos confinaram a uma área muito mais pequena. Em conclusão, a Rocksteady pretende claramente manter o máximo possível de Batman: Arkham Knight em segredo, antes do grande lançamento a 23 de junho.

Esta não foi a primeira vez que vestimos o manto do Cavaleiro das Trevas na nova geração - já tínhamos experimentado Batman: Arkham Knight durante uma sessão na Gamescom. Desta vez estivemos acompanhados por um representante da Rockstedy, que nos explicou algumas mecânicas de jogo, apontou para locais que devíamos visitar e ofereceu dicas úteis. Não foi tanto um guia inflexível, mais um apoio que nos ajudou a ganhar controlo do jogo sem passarmos pelo tutorial. Somos veteranos da série Arkham e já tínhamos uma boa ideia do que esperar, mas Arkham Knight é um monstro diferente, com muitas opções novas. Assim sendo, aprecíamos a presença do nosso próprio "Alfred" para nos auxiliar.

Depois de alguns segundos a planar, e do primeiro contacto com um gangue criminoso, começou a funcionar a memória instintiva. Como acontecia nos jogos anteriores, o combate flui de forma graciosa e os movimentos de Batman no ecrã são uma delícia para a vista. Desta vez não são só as combinações de golpes que contam para a tabela online - todas as ações no jogo contam para uma classificação de jogadores que está em permanente atualização. Um piscar de olhos da Rocksteady à componente social.

A Rockstead fez questão de expandir a versatilidade das opções de combate ao dispor do herói, muitas delas associadas ao Batmobile. Podem lançar-se do veículo diretamente para as janelas dos edifícios, surpreendendo os criminosos, mas também podem tentar uma abordagem mais furtiva. Decidimos experimentar a segunda, e recorremos a uma entrada no telhado. Isto deu início a uma das novas sessões de "Fear Takedown", que basicamente abranda a ação quando Batman surpreende os inimigos. Tudo o que têm de fazer é guiar a câmara na direção do oponente que querem derrubar a seguir, e depois carregar no botão correspondente. Também experimentámos um dos novos golpes interativos com o cenário, identificados com uma aura amarela. Neste caso tratava-se de uma caixa de circuitos, que Batman fez questão de enfeitar com a cara de um oponente.

O objetivo passava por resgatar um elemento dos bombeiros de Gotham, que juntamente com o departamento da GCPD, estarão entre as poucas faces amigáveis que vão encontrar nas ruas de Gotham. Os bombeiros tentaram socorrer um dos muitos locais atacados pelos criminosos, mas acabaram por precisar do auxílio do vigilante; a certo ponto na demo reparámos que um carro da polícia estava a ser perseguido por vários veículos criminosos. Noutro local encontrámos um grupo de bandidos que estava a patrulhar as ruas, e que segundo nos informaram, podem provocar comoções aleatórias. Embora a área da demo seja reduzida, a Gotham que vão visitar na versão final será cinco vezes maior que a área de Arkham City, e o número de ameaças e distrações foi aumentado em conformidade. Felizmente, os heróis também.

Durante a aventura vão encontrar pelo menos três dos parceiros de Batman: o antigo Robin e agora Nightwing, o Robin atual, e a Catwoman. Pelo que nos foi informado, estes encontros vão acontecer em momentos específicos da aventura e vão introduzir a nova mecânica de jogabilidade dupla. Não podem jogar em modo cooperativo com outro jogador, mas terão o auxílio de um colega controlado pela inteligência artificial (que também podem controlar).

O representante da Rocksteady explicou-nos que as parcerias vão incluir golpes e interações únicas entre as personagens e que cada herói tem as suas próprias características (mas só os podem controlar durante momentos específicos). Aparentemente, esta funcionalidade nasceu por acaso. Enquanto estavam a produzir o jogo, há sensivelmente dois anos, a equipa decidiu experimentar colocar uma versão do Batman controlada pela inteligência artificial, durante os combates. E depois decidiram introduzir um segundo Batman controlado pelo jogador, simplesmente para verem o que acontecia. Os resultados terão sido tão interessantes que a produtora decidiu tornar isto numa função do jogo.

Voltando à demo, Batman juntou-se a Nightwing para ambos destruírem um dos armazéns de armas do Pinguim, que aparentemente está a reforçar o exército do próprio Arkham Knight. Depois de derrubarmos o grupo, colocámos gel explosivo nos caixotes de armas, e cumprimos o nosso objetivo. Nesta primeira amostra do Dual-play, deu a sensação de ter a marca do resto da jogabilidade - polida e fluida.

Se há algo que ainda nos levanta algumas reservas, é o próprio Batmobile, a principal adição de Arkham Knight. Tivemos a oportunidade de o experimentar durante uma sessão muito curta, mas é inegável que o veículo é bastante versátil. Destruímos drones com o modo de combate, usámos-lo para aceder a edifícios e até arrancámos portas pesadas.

O problema esteve na condução, enquanto chocávamos repetidamente contra paredes nas curvas apertadas. As ruas de Gotham são um verdadeiro labirinto, mas mesmo que algumas retas permitam utilizar o turbo, tornou-se difícil não chocar contra tudo durante uma perseguição a Firefly. É uma mudança de ritmo alucinante, passar dos telhados de Gotham para as estradas. A situação melhorou ligeiramente quando experimentámos o Batmobile num dos desafios do Enigma, nos esgotos. É um misto de condução com um jogo rítmico, enquanto somos obrigados a acionar rapidamente botões para abrir e fechar pontes e passagens.

Para a última missão, não recebemos indicações da Rocksteady, apenas uma direção geral para seguir. Eventualmente deparamos-nos com um corpo pendurado no apoio de uma ponte, embrulhado em roupas rasgadas e com um saco apertado à volta da cabeça. Ao ativarmos o modo Detetive, investigamos várias camadas do corpo - pele, estrutura óssea, nervos - alternando com um simples toque no gatilho. Os elementos mais importantes têm um brilho dourado, e podem ser examinados com um detalhe superior. Reparamos num anel de casamento nos seus intestinos e numa prótese, o que nos levou a identificar um nome. A Rocksteady não nos confirmou, mas parece que vão existir mais casos destes espalhados pela cidade, que podem tentar resolver.

Ainda é preciso verificar a versão final do jogo, mas considerando que estamos perto do lançamento, e que já jogámos a versão PS4, Batman: Arkham Knight parece que vai oferecer uma experiência com optimização superior. Visualmente está entre os títulos mais impressionantes de sempre, o que prova que a Rocksteady tomou a decisão certa quando decidiu cortar com as consolas da geração anterior. Restam dúvidas na condução do Batmobile, mas estamos mais ansiosos que nunca para voltar a colocar o manto e ver como vai acabar a trilogia épica da Rocksteady.

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