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Ni no Kuni II: Revenant Kingdom

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom

Já temos uma boa ideia do que podemos esperar de Ni no Kuni II.

  • Texto: Sam Bishop
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Ni no Kuni II: Revenant Kingdom já está a ser produzido há bastante tempo, e mesmo assim acabou por ser adiado duas vezes. Agora, com uma data marcada para 23 de março, tudo parece estar finalmente alinhado para a chegada do RPG nipónico. A confiança é tanta que a Level-5 disponibilizou uma versão de jogo para a imprensa experimentar, composta por dois níveis inéditos.

O primeiro nível que experimentámos pediu-nos para participarmos numa batalha pelas Heartlands, um evento consideravelmente mais tático do que esperávamos de um RPG como Ni no Kuni II. Através de uma secção que funcionou como tutorial, aprendemos a comandar o nosso exército de pequenos soldados (todas as personagens parecem caricaturas neste modo). De certa forma parecem pikmins, a circular a personagem principal e a cumprirem os seus comandos. Nesta primeira secção tivemos acesso a um grupo de guerreiros, ideiais para combates de curto alcance, e a um esquadrão de arqueiros.

Ficámos surpreendidos com a facilidade com que comandámos as nossas forças. Existem comandos para executarem habilidades e ataques, mas pareceu-nos que o posicionamento dos grupos é tão ou mais importante que as ações que comandam. Neste nível inicial a batalha é bastante básica, no sentido em que nos servimos apenas do senso comum: guerreiros à frente, arqueiros na retaguarda. Tirando alguns momentos em os grupos se juntaram, e a situação se tornou um pouco mais caótica, controlámos o nosso exército sem problemas e de forma relaxada.

Os representantes da Level 5 explicaram-nos que estas secções de estratégia funcionam como o jogo de pedra/papel/tesoura, ou seja, cada elemento é forte contra um elemento específico, mas vulnerável contra outro. Tudo está devidamente assinalado no ecrã, através de um esquema de cores bastante simples. Um grupo com uma seta azul, significa que é vulnerável ao vosso exército, enquanto que um grupo com a seta vermelha é forte contra a vossa configuração. Em resumo, percebemos rapidamente como tudo funciona, e a interface ajudou na simplificação de processos.

Eventualmente podem começar a 'apimentar' a experiência de jogo com táticas especiais. O grupo de Chingis pode lançar um ataque vindo do ar, enquanto que os Khunbish podem curar o exército. Existem outras habilidades, que podem oferecer invulnerabilidade temporária, ou reforçar o poder de ataque, por exemplo. Também aprendemos que o cenário será importante para o sucesso destas missões. Uma pequena passagem pode atrapalhar o progresso de um grupo de guerreiros, afunilando o seu avanço, enquanto que terreno superior oferece grande vantagem aos arqueiros, por exemplo. Estamos curiosos para ver como irá este lado de Ni no Kuni II evoluir com a aventura, mas não contávamos ver uma secção de estratégia tão funcional num RPG como este.

Em baixo podem ver uma amostra do nível descrito em cima.

O segundo nível chamava-se One Good Turn Deserves Another, e já funcionou dentro do esquema mais natural de Ni no Kuni. A missão pedia-nos para resgatar um amigo, preso num ninho de Wyverns, mas mal a aventura começou, ficámos impressionados com o grafismo e o detalhe do cenário. Embora seja uma área rochosa e seca, o mundo está a rebentar com cor, brilho, e atenção ao pormenor. É difícil ficar indiferente ao estilo de Ni no Kuni II, sobretudo se forem fãs de animação japonesa.

Ni no Kuni II não será um enorme mundo aberto, mas as áreas que visitámos eram suficientes grandes para incentivarem à exploração. Esta missão está dividida em duas áreas, onde jogámos de forma tradicional, mas para passarem de uma área à outra, tem de navegar o mapa-mundo. Mesmo assim, com versões 'mini' das personagens, existem pontos de interesse para descobrirem e explorarem.

O jogo parece ter percursos claramente definidos, para quem quiser uma experiência mais linear, mas os mais aventureiros podem encontrar muitos segredos, itens, e talvez até inimigos especiais. Para efeitos de melhor servir o tempo que nos era disponível, acabámos por seguir um percurso mais linear, mas deixámos para trás vários pontos que imploravam uma exploração mais cuidada.

Quando chegámos ao ninho, tivemos de enfrentar o grande boss e os seus lacaios, e aqui o combate funcionou de forma semelhante ao que já tínhamos visto no passado. Se quiserem uma descrição mais expansiva do sistema de combate, podem ler a nossa antevisão anterior, mas em resumo, basta dizer que têm acesso a várias habilidades, e devem utilizar os Higgledies que acompanham a personagem para virarem o combate a vossa favor.

Este segundo nível foi muito mais previsível, no sentido em que foi exatamente o que esperávamos de Ni no Kuni II. Isso não é mau, de todo, mas foi particularmente interessante experimentar a secção de estratégia. O facto do protagonista, Evan, ser um rei, parece ter grande influência não só na estória, mas na estrutura de jogo e nas mecânicas. Já estávamos muito entusiasmados com Ni no Kuni II: Revenant Kingdom, e esta demo não fez nada para arrefecer esse entusiasmo, pelo contrário.

Em baixo podem ver uma amostra do nível descrito em cima.

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