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The Elder Scrolls V: Skyrim

The Elder Scrolls V: Skyrim - Nintendo Switch

Descubram qual foi a sensação de jogar uma versão portátil de Skyrim.

No último ano assistimos a um renascimento de The Elder Scrolls V: Skyrim, um dos melhores RPG de todos os tempos. Primeiro, através de uma versão remasterizada para PC, PS4, e Xbox One, e em breve com o lançamento da primeira versão portátil, para Nintendo Switch, e também com uma adaptação a dispositivos de realidade virtual. Neste artigo específico vamos falar da versão de Nintendo Switch, que além de incluir o jogo base original, trás também fatos exclusivos e as três expansões, Dawnguard, Hearthfire, e Dragonborn. Quanto à versão de Skyrim que foi adaptada, trata-se da edição recentemente melhorada ao nível do grafismo, embora não inclua o suporte de Mods que existe em PC, PS4, e Xbox One.

O apelo para quem nunca jogou Skyrim parece-nos claro - é um jogo fantástico, mesmo passados seis anos, mas para quem já dedicou dezenas de horas a matar dragões, a atirar companheiros do penhasco com o Fus-Ro-Dah, e a participar na guerra civil que assola Skyrim, qual é o interesse? Bem, o facto de puderem jogar Skyrim num autocarro, num avião, na escola, ou na praia, por exemplo. Além, claro, do facto de ser possível equipar a armadura, o escudo, e a espada de Link de The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Mas querem saber o melhor? Quando finalmente pegámos na consola, em formato portátil, ficámos deliciados e aliviados. No ecrã de 720p, o jogo tem um aspeto fantástico, e joga-se que é uma maravilha.

Começamos a jogar logo após a primeira aparição de Alduin, o enorme dragão que salvou o nosso pescoço. Ainda a experimentar feitiços e armas em soldados e aranhas, lá conseguimos encontrar uma saída da primeira caverna medonha. Acompanhados pelo nosso novo melhor amigo, Ralof de Riverwood, explorámos um pouco do exterior - que já conhecemos bem, e depois de acostumados aos controlos, tentámos o sistema de viagem rápida. É preciso notar que os tempos de loading são bem menores que as versões originais de PS3 e Xbox 360, e que o combate e a exploração nos pareceram sempre muito fluídos e estáveis. Um mimo, considerando que o jogo tem um excelente aspeto na consola.

Outra particularidade desta versão Switch é o suporte para Amiibos. Para já, sabemos que será compatível com Amiibos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Aniversário de 30 Anos, Super Smash Bros., e da série original The Legend of Zelda. Sempre que usarem estes Amiibos, vão gerar baús com conteúdo aleatório, à semelhança do que alguns Amiibos também faziam em The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Outros Amiibos vão ainda oferecer alguns itens específicos ao jogador. Há ainda uma outra função especial desta versão Switch, que é o suporte para controlos de movimento com os Joy-Con. Podem usá-los para brandir a arma, apontar o arco, e abrir fechaduras. Infelizmente não tivemos a oportunidade de experimentar estes controlos.

Quanto ao jogo em si, para quem ainda não o conhece, trata-se de uma das melhores propostas do género RPG, sobretudo nesta categoria de aventuras abertas. O jogador pode assumir uma série de papéis, desde assassino a ladrão, de vampiro a lobisomem, de salvador a homem de família. Existem inúmeras aventuras à espera do jogador, e a forma como as encara depende exclusivamente do mesmo.

O facto de The Elder Scrolls V: Skyrim estar a aparecer numa consola da Nintendo, ainda que seis anos depois do lançamento original, não deve ser menosprezado. Marca a chegada de um género muito escasso entre consolas da Nintendo, mais conhecidas pelos RPG japoneses que ocidentais, mas o apelo de poder jogar Skyrim numa portátil é também irresistível. Claro que também podem jogar em modo TV, mas é o modo portátil que mais nos entusiasma. É um dos maiores jogos de todos os tempos, um mundo massivo cheio de possibilidades, que pode muito bem ser um dos melhores títulos da consola este ano. Pelo que vimos durante esta secção com a demo, tudo parece estar em ordem, quer em termos de grafismo, fluidez, e controlos. E uma coisa é certa: mesmo depois de dezenas de horas no jogo original, mal podemos esperar para desfrutar novamente de Skyrim na Switch.

Trailer original da expansão Dragonborn

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