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análises
Assassin's Creed Origins

Assassin's Creed Origins - The Curse of the Pharaohs

Os mortos ressuscitaram na última expansão de AC: Origins.

  • Texto: Bengt Lemne
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Assassin's Creed OriginsAssassin's Creed Origins

Assassin's Creed Origins está finalmente completo. Depois do jogo base, da expansão The Hidden Ones, e do modo Discovery, AC: Origins recebeu a segunda e última expansão, The Curse of the Pharaohs, e é uma conclusão digna para o que foi uma grande aventura. Nesta expansão vão encontrar uma estória contida, que faz uma boa ligação com o conteúdo base, e com a narrativa global da saga. Em cima disso acrescenta uma grande área de jogo, novos inimigos desafiantes, mais habilidades, e várias horas de boa qualidade.

Uma das novas áreas é Tebas, agastada com uma maldição que ressuscitou vários faraós no meio da população. As suas aparições são breves, mas letais, e Bayek decide investigar o que pode estar a causar este fenómeno. Não vamos entrar em grandes detalhes, mas como podem calcular, o enredo envolve os percursores, e existem algumas personagens memoráveis para encontrarem. Bayek está também algo diferente, mais duro e sarcástico - o que não é de estranhar considerando tudo o que passou até este ponto.

Do outro lado do rio está o Vale dos Reis, completo com quatro túmulos para explorarem. Esperávamos algo parecido com o que vimos no jogo base, mas o que encontrámos foi algo diferente. Perdoem-nos o pequeno spoiler, mas estes túmulos garante acesso ao reino da vida-depois-da-morte (Afterlife) um mundo fantástico com grandes tesouros, escorpiões gigantes, guardas de Anubis, e um poderoso faraó.

É uma batalha bastante difícil, e não é a única. Curse of the Pharaohs é uma expansão para quem dedicou dezenas de horas a Assassin's Creed Origins, para quem dominou a jogabilidade e o sistema de combate. Preparam-se então para encontrarem alguns inimigos bastante poderosos, que serão mais desafiantes do que quase tudo o que encontraram no jogo base. Os maiores desafios estão no Afterlife, mas embora os faraós que vão encontrar no mundo real sejam mais fracos, as batalhas não são mais fáceis, sobretudo porque têm acesso a habilidades especiais no Afterlife. Estes combates podem ser particularmente frustrantes porque estes inimigos só estão disponíveis durante um tempo limitado, obrigando a uma abordagem rápida. Pior ainda, como aparecem pelo mundo aberto, podem atrair outros inimigos e animais, o que pode dificultar ainda mais a batalha.

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Além dos faraós, também existem novos agentes à caça de Bayek, de nível 55. Inicialmente podem ser um desafio, mas se avançarem pela estória, eventualmente serão poderosos o suficiente para despacharem estes agentes sem problemas. Esse é um dos problemas da expansão na nossa opinião, a dificuldade desequilibrada, o que causou alguns momentos de frustração.

O mundo de Assassin's Creed Origins é um dos mais detalhados e impressionantes que já vimos, e as novas áreas não fogem à regra. São um verdadeiro feito arquitectónico, com excelente design, mas são também muito idênticas em estilo ao que viram no jogo base. O Afterlife ajuda a variar esse cenário, com alguns efeitos únicos e um design mais sobrenatural e espetacular que o restante do mundo.

Gostámos também da forma como a expansão aborda o Antigo Egipto, e quando dizemos antigo, estamos a falar inclusive em relação à era do jogo. A presença de faraós famosos como Nefertiti e Ramesses, em conjunto com um novo tipo de colecionáveis na forma de runas, oferecem um contexto extra que apreciámos. Nem tudo foi positivo nesta nossa experiência com Curse of the Pharaohs. Encontrámos uma série de problemas técnicos, incluindo ocasiões em que o jogo parou de funcionar. Não foi nada que tivesse prejudicado em demasia a nossa experiência, mas à semelhança de The Hidden Ones, também aqui se nota que não existiu um cuidado tão grande como houve com o jogo base, mais polido que as expansões.

Apesar desses problemas, recomendamos vivamente The Curse of the Pharaohs a todos os jogadores que apreciaram Assassin's Creed Origins, e mesmo que não tenham jogado The Hidden Ones, existe a opção para elevar a personagem até ao nível necessário para jogar The Curse of the Pharaohs. O mapa é enorme, a estória é interessante, oferece bem mais que 10 horas de jogo, e permite visitar algumas das melhores áreas de jogo na forma do Afterlife. Podia estar mais polido, mas é ainda assim uma conclusão digna para a aventura de Bayek.

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08 Gamereactor Portugal
8 / 10
+
Narrativa interessante que expande o contexto do Antigo Egipto no jogo. É mais desafiante que o jogo base. Grande área de jogo.
-
Dificuldade pode ser frustrante. Podia estar mais polido.
overall score
Esta é a média do GR para este jogo. Qual é a tua nota? A média é obtida através de todas as pontuações diferentes (repetidas não contam) da rede Gamereactor