O conselho nas Nações Unidas reafirmou ser contra qualquer tipo de bloqueio, interrupção, ou restrição da internet, lembrando que tal acto vai contra os direitos humanos. Em vários países têm surgido propostas para limitar o uso da internet e bloquear sites, algo que este artigo das Nações Unidas condena. O artigo foi aprovado pela maioria, mas não de fora unânime. Mais de 70 países, como China, Rússia, Índia, Arábia Saudita, e África do Sul, votaram contra o artigo.
O conselho referiu ainda que um sistema de internet livre e acessível às pessoas é necessário para melhorar a educação e o crescimento, dar mais poder às mulheres, e encurtar a diferença que existe entre géneros sexuais. O documento refere ainda que "todos os direitos que as pessoas têm offline, devem ser protegidos online, em particular a liberdade de expressão, que deve ser aplicada independentemente da fronteira e através de qualquer meio disponível."
Esta decisão das Nações Unidas não são obrigatórias para qualquer país, mas esperemos que ajudem a combater os limites que vários governos querem impor à internet.