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Produtor de Zelda explica porque o herói não pode ser feminino

É uma questão de equilíbrio.
Eirik Hyldbakk Furu Editor-in-Chief Norway 15 Junho 2016

The Legend of Zelda sempre seguiu uma fórmula muito tradicional no que respeita às personagens centrais. Existe a Princesa Zelda, o vilão Ganon, e o herói Link. O trio forma o triângulo característico da série que é conhecido como Triforce, e é por isso que dificilmente vamos ver Link em versão rapariga. Foi o próprio produtor, Eiji Aonuma, que abordou o tópico em conversa com o Kotaku:

"Zelda tem sempre o conceito do Triforce, que é constituído pela Princesa Zelda, Ganon e Link. A Princesa Zelda tem obviamente de ser feminina, por isso, se fizéssemos Link também feminino, isso iria quebrar o equilíbrio da Triforce. É por isso que decidimos não o fazer."

Então e se o herói do jogo fosse a Princesa Zelda? "...o que iria Link fazer?", respondeu Aonuma.

A Nintendo não parece ter qualquer vontade de fazer um Zelda com um protagonista feminino, mas o mais importante na nossa opinião é criar um grande jogo, e o que Eiji Aonuma mostrou ontem de The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi impressionante.

Editor-in-Chief Norway Eirik Hyldbakk Furu wrote for Gamereactor from around 2015 to 2026, first as news editor and from 2022 as editor-in-chief of the Norwegian edition. He covered video games across news, previews and reviews for both the Norwegian and international sites.
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