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Yves Guillemot rebate sobre Stop Killing Games: "Nada dura para sempre"

Como o movimento exige que os jogos somente online permaneçam jogáveis após o desligamento dos servidores, Guillemot defende a posição da Ubisoft, enquadrando os jogos como serviços em vez de produtos permanentes.
Marcus Persson 20 Julho 2025

O principal executivo da Ubisoft opinou sobre a campanha "Stop Killing Games" em andamento, uma iniciativa que exige que os desenvolvedores de jogos implementem modos offline para títulos que atualmente dependem de uma conexão com a Internet ou servidores ativos para funcionar.

A campanha teve um sucesso retumbante, reunindo mais de um milhão de assinaturas, o que a qualifica oficialmente como uma Iniciativa de Cidadania Europeia. Sua principal demanda: os jogos que foram comprados devem permanecer jogáveis mesmo depois que os servidores forem desligados.

Este tópico surgiu durante a recente assembleia geral anual da Ubisoft, onde um acionista questionou diretamente Guillemot sobre o polêmico fechamento de The Crew em março do ano passado, um movimento que efetivamente desencadeou todo o movimento.

A resposta de Guillemot? Ele defendeu as ações da empresa como razoáveis, argumentando que todos os jogos online recebem forte apoio ao longo de sua vida útil, mas que, em última análise, tudo deve chegar ao fim. Suas palavras exatas:

"O suporte para todos os jogos não pode durar para sempre."

Ele também apontou que a Ubisoft dá aos jogadores um aviso prévio de 30 dias antes de encerrar um serviço, que ele afirma estar de acordo com as normas da indústria. Guillemot enfatizou que a Ubisoft vê os jogos como serviços, não como produtos permanentes, e acrescentou que eles estão trabalhando em modos offline para The Crew 2 e Motorfest.

Quanto à iniciativa Stop Killing Games, vários políticos - incluindo o vice-presidente do Parlamento Europeu, Nicolae Ștefănuță - expressaram seu apoio, argumentando que "o jogo pertence ao comprador, não à empresa". Enquanto isso, o grupo de lobby Video Games Europe levantou preocupações sobre o aumento dos custos de desenvolvimento e possíveis complicações legais.

O que você acha? Os jogos devem ser considerados serviços ou produtos duradouros depois de comprados?

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