Destiny foi lançado na segunda metade de 2014, depois de grande expetativa dos fãs, mas o jogo acabou por receber várias críticas abaixo do que seria esperado. Em termos de jogabilidade, pouco havia a condenar, mas quase ninguém ficou satisfeito com a forma como a Bungie abordou a história da campanha. A situação melhorou drasticamente com o lançamento de The Taken King, e o jogo está agora num estado muito mais apetecível, mas o caminho até aqui foi atribulado.
O site Kotaku publicou um novo artigo que aborda os muitos problemas de produção de Destiny. Segundo o Kotaku, o argumentista Joe Staten deixou a Bungie no Verão de 2013, deixando a produtora em maus lençóis para produzir uma história para o ano seguinte. Aparentemente, Jason Jones não gostou da evolução linear da história, e queria uma estrutura que permitisse aos jogadores abordarem as missões pela ordem que quisessem.
Os problemas de produção acabaram por obrigar a Bungie a dar prioridades às mecânicas de jogo, mas não terão contado com o impacto que a história desapontante poderia ter nas análises ao jogo. Segundo uma fonte do Kotaku, a Bungie não esperava essa receção ao jogo, e muitos elementos terão perdido o direito a um bónus chorudo devido às análises desapontantes.
Existe muito mais para ler e descobrir neste artigo do Destiny, que qualquer fã de Destiny devia espreitar.