O novo formato NBA All-Star recebeu críticas melhores do que o evento do ano passado, que atraiu críticas sobre a falta de vantagem competitiva. Desta vez, o NBA All-Star foi transformado em um minitorneio (duas semifinais e uma final), com quatro equipes e partidas de 40 pontos.
Cada uma das quatro equipes foi treinada por uma lenda da NBA: Shaquille O'Neal, Kenny Smith, Charles Barkley e Candace Parker. A final foi disputada entre o OG de Shaq contra o Global Stars de Chuck, 41-25, com Stephen Curry sendo nomeado MVP, no Chase Center em San Francisco, onde joga com o Golden State Warriors.
O novo formato com jogos mais curtos significou a falta de emoção do ano passado (que terminou 211-186): houve faltas, bloqueios e lances livres, e um desejo de vencer o mini-torneio. "A intensidade foi definitivamente diferente do ano passado, um passo na direção certa", disse Curry.
Damian Lillard, do Milwaukee Bucks, também da equipe de Shaq, disse que "A primeira coisa é proporcionar entretenimento e competitividade no chão, e eu pensei que era um pouco mais disso."
No entanto, nem todos acharam que era perfeito. Trae Young, do Atlanta Hawks, sentiu que havia muitas pausas. "Foi uma pausa muito longa. Os caras estavam lá prontos para jogar. Achei que foi muito competitivo no começo, mas muitas pausas". Se ele se sentia assim, aqueles que assistiam em casa sentiram que devem ter ficado furiosos: um evento de três horas com quatro partidas de 10 a 15 minutos... e intermináveis intervalos comerciais.