O Gamereactor teve recentemente a oportunidade de conversar com Erin Reynolds, da Flying Mollusk, que nos contou mais pormenores sobre o seu jogo de terror, que se ajusta ao batimento cardíaco do jogador. O jogo toma conta dos níveis de stress do utilizador, que acabam por influenciar a experiência. A adição de realidade virtual só vem aumentar as possibilidades para assustar os jogadores.
"A Realidade Virtual acrescenta obviamente uma nova camada de imersão no jogo, e estamos muito entusiasmados com todas as novas formas de brincarmos com a cabeça das pessoas."
"Não vamos fazer uma adaptação normal da versão PC para a realidade virtual, queremos recriar o jogo de forma a que realmente aproveite as forças da plataforma. Estamos a tentar perceber o que faz sentido na realidade virtual e como podemos acrescentar novos sustos. Também queremos minimizar o número de pessoas que vomitam."
Nevermind já está disponível no Acesso Antecipado do Steam, e será lançado formalmente mais próximo do fim do ano. Em baixo podem ver a entrevista completa com Erin Reynolds.