A Crytek tem sido notícia nos últimos dias, e não pelos melhores motivos. Isso, infelizmente, pode distrair do facto de que a produtora/editora até é capaz de produzir jogos de ação na primeira pessoa de grande qualidade. Homefront: The Revolution, em produção na Crytek UK, já nos deixou boas impressões.
Na E3 tivemos oportunidade de conversar com Fasahat Salim sobre o que distingue The Revolution do antecessor e de outros jogos do género:
"Decidimos concentrarmo-nos num lado de guerrilha, mas queríamos fazer isso em mundo aberto, porque esse é o ADN dos jogos que a Crytek costuma fazer. Segue o estilo de jogos como Far Cry e Crysis, que permitem explorar um grande espaço. Sim, existem objetivos específicos para cumprir, mas o jogador pode abordar esse objetivo como quiser. É um jogo de sobrevivência, onde terão de utilizar o cenário à vossa volta para puderem enfrentar o inimigo. Terão de procurar acessórios e construir armas."
Salim também referiu como a tecnologia de CryEngine está a ser utilizada para dar vida ao jogo: "Permite-nos criar situações únicas, apesar de na verdade não termos controlo sobre o que se passa minuto-a-minuto nas ruas. A população faz o que tem a fazer, é um mundo vivo. Não temos qualquer controlo sobre o que se está a passar numa localização específica de uma missão. Assim, a experiência de dois jogadores na mesma missão pode ser completamente diferente."
Em baixo podem ver a entrevista completa, em vídeo e em inglês. Homefront: The Revolution está a ser produzido para PC, PS4 e Xbox One, mas não tem data de lançamento. Esperemos que os problemas atuais na Crytek UK não afetem demasiado a sua produção.
