O maior problema de um serviço de cloud-gaming como o Stadia será o do tempo de resposta entre carregar nos botões do comando, e ver a resposta no ecrã, já que tudo está dependente da ligação à internet. Ainda assim, a Google promete tempos de resposta muito próximos aos de consolas, quando o serviço ficar disponível em novembro, mas aponta a algo mais ambicioso para o futuro.
Madj Bakar, vice-presidente da engenheira do Stadia, afirmou que os planos passam por, no espaço de um ou dois anos, apresentar jogos a correrem mais fluídos e com melhor tempo de resposta no Stadia do que localmente, independentemente do hardware local. Para conseguir isto, Madj Bakar deu exemplos de truques e técnicas para reduzirem o tempo de resposta, incluindo "previsões dos próximos botões que serão carregados".
O Stadia chega em novembro a vários países, embora Portugal não esteja nessa primeira lista.
