Foi realizado um estudo muito curioso em Itália, publicado no Diário da Medicina Sexual, que indica que os jogadores masculinos têm menos probabilidades de ejaculação precoce do que outros homens. O estudo foi feito com homens entre os 18 e os 50 anos, e embora o porquê não tenha sido conclusivo, existe uma teoria sobre o assunto.
Os videojogos tendem a aumentar a dopamina nos jogadores, uma hormona associada ao prazer essencial para o orgasmo masculino. A ligação será então que, como os jogadores estão mais habituados a lidar com essa hormona, conseguem controlá-la melhor durante o ato sexual.
Existe, contudo, outra associação. O estudo revela também que os jogadores têm um apetite sexual reduzido em relação aos homens que não jogam, aparentemente devido à hiperprolactinemia. Isto implica a produção em excesso da prolactina, e acontece devido ao stress causado pelos videojogos.
Andrea Sansone, responsável pelo estudo, lembra que estas conclusões não são definitivas, e que terão de ser conduzidos mais estudos no futuro.
