Gamereactor Internacional Português / Dansk / Svenska / Norsk / Suomi / English / Deutsch / Italiano / Español / Français / Nederlands
Gamereactor
Iniciar sessão






Esqueceu-se da password?
Não estou registado mas quero registar-me

Prefiro iniciar sessão com a conta de Facebook
Gamereactor Portugal
antevisões
Call of Duty: WWII

Call of Duty: WWII

Regressámos à Segunda Guerra com Call of Duty, e voltámos para vos contarmos tudo.


Call of Duty: WWII

Desde o primeiro jogo, a incontornável série Call of Duty tem vindo a dar aos jogadores a oportunidade de explorarem as selvas do Vietname em Black Ops, os conflitos no Médio Oriente em Modern Warfare e no ano passado Infinite Warfare até permitiu que se aventurassem além da atmosfera da Terra para explorar o infinito e mais além. Como tal, Call of Duty está habituado a explorar a guerra através de diferentes eras, seja ela fictícia ou factual. Foi por isso com esperança e otimismo que viajámos até Londres para descobrir o novo capítulo da série de videojogos de maior impacto no mundo, um capítulo crucial para esta saga e que deve oferecer uma nova perspetiva sobre um conflito já muitas vezes revisitado.

Há já várias semanas que circulavam informações que apontavam para um regresso aos campos de batalha europeus da II Guerra Mundial, ou seja, um retorno às origens da série, e talvez até um regresso à boa forma após as críticas em torno das viagens espaciais do título lançado no ano passado. Os olhos de muitos fãs da série brilharam de alegria quando o cenário foi finalmente confirmado no evento de imprensa: Call of Duty vai voltar aos campos de batalha da II Guerra Mundial, fazendo o tempo voltar para trás numa tentativa de voltar a ligar-se àquilo que fez da série o que ela é hoje.

Como devem saber, a série é criada por três estúdios que vão alternando os lançamentos entre si todos os anos. Este ano, a responsabilidade recai sobre a Sledgehammer Games, e o diretor criativo do estúdio, Michael Gondrey, ainda nem sequer se tinha apresentado formalmente no evento e já estava a falar acerca do seu enorme entusiasmo pelo jogo e como o estúdio já tinha vontade de regressar à II Guerra Mundial desde que começou a trabalhar em Call of Duty: Modern Warfare 3. A mensagem era clara, e foi ainda mais reforçada pelo "tiro de abertura" de Gondrey: está na altura de devolver Call of Duty à sua antiga glória.

No evento, a Sledgehammer mostrou um trailer, dois vídeos de jogo e um documentário de bastidores, bastante mais do que estávamos à espera. Tudo isto é sinal que os responsáveis pelo jogo estão muito confiantes no seu produto e ansiosos por partilhar o seu entusiasmo com a imprensa presente.

Publicidade:

O trailer presenteou-nos com várias batalhas através do teatro de operações europeu e focava-se num esquadrão americano e na forma como os relacionamentos entre os seus soldados se fortalecem e desenvolvem ao longo dos vários conflitos e cenários bélicos. Vimos bombardeamentos intensos em florestas, pequenas aldeias francesas e, claro, o desembarque na Normandia. Este breve olhar cinemático foi eficaz em estabelecer o ambiente e ofereceu um gostinho do que se seguiria.

Após o trailer, Gondrey retomou a apresentação ao falar mais acerca da narrativa do jogo. Iremos jogar acima de tudo como um soldado americano que luta pela libertação da Europa e pela vitória sobre a Alemanha. Contudo, Gondrey enfatizou a importância de mostrar todos os lados da guerra, e o esquadrão irá encontrar combatentes de várias nacionalidades, incluindo a resistência francesa e até aspetos humanos das forças alemãs (algo que falta aos outros jogos da II Guerra Mundial). Por outras palavras, o jogo esforça-se para ser diverso, o que parece ter sido planeado meticulosamente pela Sledgehammer Games.

A apresentação continuou com a primeira demonstração do jogo, e que grande demonstração que foi.

A introdução à jogabilidade decorreu durante as batalhas de Hürtgen, nas florestas localizadas na fronteira entre a Alemanha e a Bélgica. Tivemos um olhar rápido à dinâmica de grupo das personagens principais antes de partirem para a batalha. Reparámos de imediato na renovação visual e na forma como a dinâmica do clima, dos efeitos sonoros e da vegetação pareciam estar soberbos. Todos os pequenos detalhes estavam polidos e apresentavam uma semelhança notável com o mundo real. Pelo menos no que diz respeito à fidelidade visual, Call of Duty parece ter finalmente chegado a verdadeiros níveis de nova geração, capaz de rivalizar com os jogos mais belos da atualidade.

Call of Duty: WWII

Continua na página seguinte

Call of Duty: WWII
Call of Duty: WWII
Call of Duty: WWII
Publicidade: